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Além do grupo de dança Cena 11 e da orquestra Camerata Florianópolis, a confraternização apresenta os novos membros da Academia Catarinense de Letras e Artes

Para comemorar o encerramento do ano e celebrar o sucesso de seus membros, a Acla (Academia Catarinense de Letras e Artes) realizou uma confraternização solene nesta sexta-feira, às 20h, no auditório do TCE (Tribunal de Contas do Estado), no centro de Florianópolis. Além de contar com a premiação de personalidades nas áreas da literatura, música, artes visuais e artes cênicas, a noite será marcada pela posse de três novos acadêmicos. A cerimônia foi apresentada pelo presidente da Acla, Wesley Collyer, e incluiu uma programação musical.

Com 20 anos de trabalhos marcantes, o grupo de dança Cena 11 recebeu o prêmio “Conjunto da Obra”. As personalidades homenageadas também incluem a editora Marina Moros, representante do campo da literatura, a artista visual Raquel Stolf e a diretora de teatro Marisa Naspolini. A orquestra Camerata Florianópolis será contemplada como personalidade musical do ano, após ganhar destaque fora de Santa Catarina e se apresentar no Rock in Rio. O prêmio, entregue há sete anos, possui uma lista de vencedores que inclui o escritor Salim Miguel e o compositor Luiz Gustavo Zago.

Entre os novos membros da Acla estão a arte educadora Maria Teresinha Heimann e o radialista Antunes Severo. Néri Pedroso, colunista do jornal Notícias do Dia, também é uma das adições à Academia. A jornalista, responsável pela coluna Mosaico, acredita que o sucesso é resultado do trabalho em equipe. “Eu atribuo esse reconhecimento a um trabalho em conjunto. Sou apenas a representante de toda uma equipe que se esforça em favor da divulgação. Se não fosse por eles, meu trabalho não existiria”, diz. “Sou grata também à empresa, que abre espaço para cultura e dá sustentação ao meu trabalho”, completa.

A programação musical, conduzida pelo maestro e pianista Alberto Heller, incluiu músicas dos Beatles, Led Zeppelin, Villa-Lobos e Renato Teixeira. A apresentação unirá os talentos de Heller e dos músicos Iva Giracca e Daniel Galvão – no violino e violoncelo, respectivamente.

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Conforme noticiado na Globo, o livro  escrito há 60 anos por Guimarães Rosa, “Grande Sertão Veredas, já consagrado, ganhou contornos sensoriais em uma programação especial da Fundação Clóvis Salgado (FCS), em Belo Horizonte. O público pode ler, ouvir e se emocionar com elementos bem característicos de uma das obras mais importantes da literatura brasileira.

A Fundação preparou  uma programação gratuita, que passa pelo teatro, música, literatura, artes visuais e pelo cinema. A distribuição de ingressos está sujeitos à lotação de espaço.

Para o evento em que Maria Bethânia vai ler trechos de Guimarães Rosa, a retirada de ingressos foi feita na sexta-feira (4/11), a partir das 10h, na bilheteria do Palácio das Artes.
Cada pessoa terá direito a apenas um ingresso. Os demais eventos terão a retirada de ingresso 1 hora antes das apresentações.

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Ilumine seu cérebro lendo, lendo muito e vários estilos

A ciência comprovou recentemente o que parecia óbvio: literatura faz bem para o cérebro! Nos Estados Unidos, um grupo de teste foi convidado a ler um capítulo do romance Mansfield Park, de Jane Austen, dentro de uma máquina de ressonância magnética, enquanto pesquisadores da universidade de Stanford analisavam os resultados neurológicos. Para o experimento, era preciso ler o capítulo de duas formas distintas: primeiramente, uma leitura descompromissada; depois, uma leitura para análise crítica da obra. A conclusão do estudo apontou que a leitura de livros pode ser um exercício valioso para o cérebro, já que quando lemos, o sangue flui para diversas áreas associadas à concentração e, no caso de uma leitura mais crítica, também para áreas menos ativas do cérebro. Logo, o estudo concluiu que a forma de leitura afeta o cérebro e através dela podemos treiná-lo para ser cada vez melhor em atividades que exigem compreensão e concentração. Logo, o estudo conclui que a forma de leitura afeta o cérebro e pode indicar formas de treiná-lo para ser cada vez melhor em atividades que exigem compreensão e concentração.

Estudos semelhantes para avaliar os benefícios da leitura com máquinas de ressonância magnética já haviam sido realizados antes na Europa. Em 2010, o neurocientista Stanislas Dehaene, diretor da Unidade de Neuroimagiologia Cognitiva do Inserm-CEA, na França, usou exames de ressonância magnética para avaliar o cérebro de adultos alfabetizados e analfabetos. Os cientistas descobriram, então, que os cérebros dos adultos que podiam ler eram mais ativos, ainda que, em contrapartida, perdessem parte de sua memória visual, possuindo menos habilidade no reconhecimento facial.

Não existe nada mais espetacular para treinar o cérebro do que a leitura. Aumenta a capacidade de armazenar informações, aprimora a memória, aumenta a compreensão e a associação… Além de funcionar como um verdadeiro catálogo de maneiras de viver, de encarar os desafios, amplia o vocabulário, a compreensão de mundo. Já imaginou a diferença que faz no cenário atual, feito de relacionamentos e marketing pessoal?

Interessados nos ganhos que um livro pode trazer para nossas vidas buscamos os 10 benefícios da leitura. Sinta-se à vontade para acrescentar outros benefícios, comentando este post.

  1. A leitura estimula a memória, expandindo a capacidade de nossa mente.
  2. A leitura é combustível inesgotável para a imaginação.
  3. A leitura nos dá as palavras, instrumento para expressar nossos sentimentos.
  4. A leitura nos aproxima da compreensão de mundo e da autocompreensão.
  5. Ao ler, nos deparamos com aquilo que pensamos: com nossas crenças.