Como formar profissionais do futuro?

Como formar profissionais do futuro

O aluno de hoje não consegue entender um texto simples. Se lermos o que escrevem quando prestam exames ficamos aterrados com os erros cometidos, porque não há como entender o que de fato querem expressar.

Tenho dois pontos a destacar: primeiro, é necessário fazer o aluno ler livros e fazer um resumo de sua leitura. O que entendeu daquilo que lá estava escrito e que o escritor pretendia contar. Caso o aluno não conseguir compreender é necessário repensar em como ensiná-lo pensar.

Entendo ser necessário que a cada mês seja dado um livro de acordo com a idade e o grau  de estudo na escola, para poder avaliar se os momentos de leitura envolvem, de forma mais acentuada, a leitura de pequenos textos em prosa ou mesmo de listas de palavras, em voz alta, pois existem  casos em que os alunos memorizavam, com muita facilidade, os textos lidos em sala. Dessa forma é preciso detectar se cada aluno tem a competência de memorizar textos ou outros assuntos, quando são lidos em voz alta.

Existe vários tipos de pessoas e é importante que o professor conheça seus alunos, para auxiliá-lo melhor no seu aprendizado. Daí, cabe ao professor essa capacidade bastante espinhosa, mas são os fardos das profissões que escolhemos.

Outro ponto para auxiliar o aluno a aprender ler é não o deixar memorizar o texto, mas entendê-lo. Assim quando for fazer o resumo o fará com suas palavras e não simplesmente repetir o que estava escrito como se fosse um trabalho de decodificação quando, na verdade, estava falando o que havia decorado.

Você, que está lendo este texto pode se perguntar: Será que isso pode estar acontecendo com aquele aluno? A resposta é sim. Existem pessoas com essa capacidade, porém quando se pede uma interpretação do texto esse tipo de aluno não consegue transmitir o que leu.

Ainda, vale perguntar: esse “saber ler muito bem” está voltado a apenas momentos de leitura em voz alta ou também a outros, como por exemplo, de leitura compartilhada? Ele consegue continuar a leitura de um parágrafo que nunca foi lido em classe? Ele consegue responder a questões sobre o conteúdo do texto lido?

Mais sobre a questão, está um segundo ponto de reflexão: as relações entre ler e escrever. Vale indagar: Será que o aluno não consegue escrever sequer palavras cotidianas, apresentadas e lidas pelo professor e pela turma? Será que “não saber escrever” significa não escrever de acordo com a base alfabética da língua? Será que ele não escreve o que lê ou não consegue escrever qualquer palavra, mesmo que tenha feito a leitura?

Para entendermos como sair desse lugar escuro repleto de interrogações é preciso avaliar o que esse aluno realmente sabe sobre a leitura e a escrita. Nesse sentido, é necessária uma investigação focada em diferentes atividades para auxiliar. Vejamos algumas sugestões:

Leitura de diferentes palavras, mais e menos conhecidas por parte do aluno. O professor precisa ler todas as palavras para ele e verificar se há diferença entre o que ele já costuma ler.

Leitura de textos em prosa, de duas formas: primeiro, com um texto já lido em sala e, portanto, conhecido pelo aluno. Na sequência, com um texto ainda não lido em sala, de modo que o professor possa começar a leitura e, em um parágrafo a escolher, sem localizar previamente (sem apontar, por exemplo), solicitar que ele continue a história;

Escrita de palavras. Escolha algumas das palavras lidas na primeira atividade para solicitar que o aluno as escreva. É interessante escolher algumas que ele conseguiu ler e outras que não conseguiu. Também é importante analisar uma situação de escrita de um pequeno texto, como um bilhete, desde que seja um gênero conhecido pelo aluno.

É isso! Espero que os professores estejam preparados para esse tipo de trabalho. Caso o mestre não tenha essa capacitação nossa educação não conseguirá atingir seu objetivo que é mais tarde colocar no mercado de trabalho uma pessoa efetivamente alfabetizada e com condições de pensar e discernir o melhor para tomada de decisão na sua área profissional.

Porque lutar pela melhoria da educação no Brasil.

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A educação de um povo é o alicerce mais importante para o desenvolvimento de uma nação e, portanto, é imprescindível que haja um cuidado todo especial do governo com essa área. Somente através da produção de conhecimentos um país cresce, porque forma profissionais que irão possibilitar o aumento da renda do país e melhorar a qualidade de vida das pessoas.

 O Brasil não consegue avançar nesse campo nas últimas décadas. Em tempos idos a educação pública do Brasil já fazia um aluno de primeiro ano sair lendo e escrevendo corretamente. Falo isso de cátedra, porque além de ter sido aluna de escola pública também ministrei aulas em escola pública. Os alunos precisavam escrever e ler corretamente. As provas não eram elaboradas e aplicadas pelas professoras da sala, mas por outra.

As escolas particulares, vendo o rendimento dos alunos das escolas públicas, entraram numa corrida e melhoraram seus quadros de magistério. Em contra partida a escola pública foi sendo deixada para trás pelos governos que vieram a partir dos anos 60/70. Pouco a pouco o padrão caiu. Vieram reformas, mas nada conseguiu dar ao professor da escola pública condições adequadas para desenvolver seus trabalhos. Isto gerou tantos desajustes, que hoje até alunos que não sabem escrever nem ler vão galgando as séries do ensino fundamental, pois precisam terminar o curso fundamental, mesmo sem adquirir base para tal. Reformas totalmente desajustadas com a realidade mundial. A escola (Ensino Fundamental e Médio) e a universidade tornaram-se locais de grande importância para a ascensão social do ser humano, como há de ser o correto, porém a maioria dos alunos das escolas públicas não acompanham esse compasso.

Pesquisas na área educacional apontam que um terço dos brasileiros frequentam diariamente a escola (professores e alunos). São mais de 2,5 milhões de professores e 57 milhões de estudantes matriculados em todos os níveis de ensino. Estes números apontam um crescimento no nível de escolaridade do povo brasileiro, fator considerado importante para a melhoria do nível de desenvolvimento de nosso país. Infelizmente essa assertiva está dissociada da fundamental melhoria na qualidade da educação do brasileiro, é o que facilmente percebemos no nosso dia a dia.

Nada é mais importante do que uma reforma educacional que dê ao professor salário digno e condições de desenvolver seus conhecimentos didáticos para melhorar na carreira e que não permita jamais que um aluno saia do primeiro ano sem saber ler e escrever, pois somente assim ele poderá avançar nos estudos e na compreensão dos textos e de todas as matérias que irá enfrentar no futuro.

Não existe queda no índice de analfabetismo no Brasil. Isso é uma balela. Outro dado importante é a queda no índice de repetência escolar, que tem diminuído nos últimos anos. Isso também é uma quimera. Não se permitindo repetência, possibilita que alunos despreparados cheguem a uma faculdade não sabendo escrever ou ler corretamente. Isso acaba não permitindo ao Brasil melhorar a formação de seus profissionais, tornando-os despreparados para enfrentar mercados de trabalho, cada vez mais voltados ao conhecimento.

A arte da confeitaria

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Quem nunca ao ver todos aqueles bolos em uma festa de casamento ou um aniversário pensou “nossa que lindo, como será que foi feito esse bolo”? A curiosidade e  a admiração muitas vezes fala mais alto do que a própria vontade de experimentar um  pedaço, não é mesmo?

Atualmente, o mercado voltado a essa área está cada vez mais em expansão, pois deixou de ser uma especialidade apenas de nossas avós que faziam bolo toda tarde para acompanhar com o chá. Agora existem cursos que auxiliam pessoas que querem desde aprender novas técnicas até aqueles que querem tocar o próprio negócio.

Existe no Brasil inúmeros profissionais que atuam nesta área de sucesso. Você pode assistir nos canais de televisão ou na internet, professores de cursos de bolos decorados, que  busca reproduzir os confeitos feitos a pedido de clientes dos mais diversos gostos. Em seu antigo trabalho apenas a dedicação e o carinho eram fundamentais. Agora, além de muita criatividade para quem quer aprender mais sobre essa área tão saborosa, ainda, os cursos são fundamentais para quem tem vontade de fazer parte desse universo tão saboroso e criativo.

A decoração de bolos para diversas ocasiões, desde festas infantis, até bolos de casamentos virou uma arte: a arte da confeitaria . O trabalho desses profissionais começou com os Romanos, responsáveis pela criação das primeiras receitas de massas, a partir do século XVII, os bolos decorados foram virando símbolo de riqueza sendo adquirido apenas pelos mais nobres.

Dizer que vivemos na crise e o Brasil não oferece empregos, não adianta. Não fique parado. Corra atrás de novas oportunidades. Cave seu espaço e aproveite para crescer e profissionalizar-se.

Por isso, se você quer aprender a fazer desde um bolo simples, como a massa de pão de Ló até a decoração de um bolo mais requintado usando pasta americana, estude e aperfeiçoe-se nos vários cursos hoje existentes, não só com presença obrigatória, mas fique ligado nas aulas ao vivo e de graça que você assiste nos canais fechados da televisão ou em vários sites de aulas na internet. E… boa sorte nessa nova arte e profissão.