dar-e-receber

Existe uma Lei Universal imutável: recebemos de volta o que damos, o que oferecemos como ações, pensamentos e sentimentos. Recebemos tudo de volta.

Pense no que está dando, no que está fazendo, no que está pensando e no que está sentindo, no que está falando AGORA. Tudo isso vai retornar para você.

Escolha bem seus sentimentos e ações, você tem o direito de escolha, que na verdade é um poder portentoso, que a vida nos agraciou!

Ele, este Poder, é tudo isso e ainda mais. Ele é muito precioso por simplesmente existir e estar à nossa disposição sempre, o tempo todo, ou seja, ele trabalha antes do nosso nascimento na mãe Terra. Esse é um trabalho ininterrupto, constante, incansável, sem exigir nada em troca.

E nós o usamos, conhecendo ou não a sua existência. Para que possamos fazer um paralelo é o mesmo que dizer que quando Galileu Galilei disse que a Terra girava em torno do sol e depois de muitos anos, até mesmo matá-lo por isso o homem incrédulo, cometeu, não mudou o fato de a Terra girar em torno do sol.

Assim, acreditando ou não, todos o usam. Bem ou mal, deliberada ou inadvertidamente, ele constrói as nossas experiências de vida.

É maravilhoso porque apenas escolhendo o que estamos dando, estamos escolhendo o que estamos recebendo de volta!

Tudo o que estamos vivenciando “hoje” foram coisas que “demos ontem”.

Por isso existem centenas de livros dizendo e explicando que o imenso Poder que temos está no AGORA.

O passado está morto, existe apenas em sua memória, o “futuro” você vai criar AGORA, está criando neste momento, enquanto está lendo isso, no momento em que decidiu “abrir” este artigo. No momento em que decidiu ligar o computador.

AGORA – DECIDIR – ESCOLHER – DETERMINAR – ESTABELECER- ORDENAR – EXIGIR – RESOLVER – DELIBERAR – IGNORAR

Estas são suas palavras de Poder!

Decida agora o que quer e ignore o que não quer,

Escolha agora o que quer e ignore o que não quer,

Determine agora o que quer e ignore o que não quer,

Estabeleça agora o que quer e ignore o que não quer,

Ordene agora o que quer e ignore o que não quer,

Exija agora o que quer e ignore o que não quer,

Resolva o que quer e ignore o que não quer,

Delibere sobre o que quer e ignore o que não quer.

Lembre-se: Queira o Bem. Ignore o Mal. Porque tudo retorna. E, não culpe ninguém pelo que você fez com sua vida. A única pessoa responsável pela sua vida é você.

Era digital, o poder da comunicação

Era digital, o poder da comunicação

O-poder-da-comunicação

Na verdade percebo que a comunicação digital ou desperta paixão arrebatadora ou um ódio incomum. Não há meio termo. No entanto a aceleração do progresso tantas e tantas vezes decantada faz paralelo com a agressividade gerada por uma percentagem do público, que não aceita o progresso, de forma alguma. Sente a nostalgia de folhear revistas, jornais e livros. Porém numa rápida retrospectiva de inúmeras publicações a leitura em papel rapidamente vai se tornar coisa de museu, posto que estamos num processo sem volta.

Colocada assim, em toda sua brutal realidade, a assertiva pode receber uma resposta igualmente brutal: a mídia digital é capaz de qualquer coisa e incapaz de trazer informação consistente e séria. Ela provoca comportamentos, influencia atitudes, cria ideologias. Existe uma insistência em influenciar o público leitor para um preconceito digital acirrado contra os comunicadores da internet. Ocorre que a informação isoladamente não representa grande importância no universo da comunicação. Volatiliza-se rapidamente dada sua quantidade e fugacidade. Canalizada e organizada, entretanto, transforma-se em conhecimento, que na atualidade se tornou fator de superação de desigualdades, de inserção dos excluídos e de distribuição de riquezas, o que significa, em última análise, que informação é poder.

Agora, com as novas tecnologias conquistadas, esmerou-se ao máximo, sofisticou de tal modo a forma de se comunicar, que o homem vê completamente transformados seus hábitos e costumes. Em pouco tempo, a grande teia mundial modificou comportamentos, inovou a maneira de praticar o comércio, gerou uma nova cultura, redefiniu conceitos clássicos, e, acima de tudo, desenhou uma nova sociedade.

Inexorável em seu processo, a nova sociedade do conhecimento surgida com o fenômeno da globalização, encontra-se em processo de rápida expansão. Frente à dinâmica e à velocidade com que se expande, a sociedade contemporânea está inserida num processo de mudanças em que as novas tecnologias são as principais responsáveis, identificando-se um novo paradigma em formação de uma sociedade que se baseia num bem precioso, chamado informação. Dentro deste novo paradigma, a organização das sociedades se assenta num modo de desenvolvimento social e econômico, onde a informação, como meio de produção de conhecimento, tem como pressuposto a produção de riqueza e a contribuição para o bem estar e qualidade de vida das pessoas.

Eis a nova fronteira daquela que talvez seja a maior conquista humana, fruto de sua insaciável curiosidade: ter o poder da informação.

Portanto, se informação é poder, o poder se disputa. Por isso essa “xenofobia digital” que movimenta alguns, definindo como pobre a informação prestada pela zona da web e desaguada nos inúmeros equipamentos eletrônicos, hoje existentes, do que sobre aquela calcada na informação impressa. Nada demais, o mesmo ocorre dentro da sociedade como um todo. Podemos mapear a distribuição do poder em termos do controle político, por exemplo, que também se exerce pelo uso da informação, as empresas dominantes no mercado controlam mais informação do que as competidoras e os ricos são ricos também porque são mais informados do que os pobres.

Eis o conceito maior e mais importante da informação: poder dispor do conhecimento antecipada, instantânea e simultaneamente e, acima de tudo, com precisão.

Em tempos remotos, a informação que vinha através de mensageiros a cavalo, de trem, pelo correio, impressa, agora está à disposição, em instantes, no escritório, em casa, nos celulares, smartphones, nos tablets, nos i-phones, etc., bastando para isso alguns “clicks”.

Num rápido esboço histórico, constata-se que o homem, mesmo com todo o progresso conquistado em termos tecnológicos, continua o mesmo, sequioso pela manipulação do que mais lhe interessa: o poder. E, evidentemente, pela sua manutenção.