Do sonho à realização dos objetivos

somo feitos da mesma matéria de nossos sonhos

Defina o que deseja concretizar e aprenda a fazer um plano de ação.

Milhões de pessoas oram todos os dias pedindo que lhes seja mostrado o caminho, que tenham forças e fiquem livres dos perigos. Entretanto, poucas pessoas se perguntam para onde estão indo, o que querem realmente da vida, o que vão verdadeiramente ganhar ou perder quando chegarem lá. Mas como, se nem sabem para onde querem ir?

Antes de procurar o caminho devemos especificar nossos objetivos. Estes devem estar alinhados com os nossos valores, nossos princípios orientadores, dos quais não queremos e não podemos nos afastar. É como diz o escritor norte-americano John Schaar: “O futuro não é o resultado de escolhas entre caminhos alternativos oferecidos pelo presente, e sim um lugar criado. Criado antes na mente e na vontade, criado depois na ação. O futuro não é um lugar para onde estamos indo, mas um lugar que estamos criando. Os caminhos não são para ser encontrados e, sim, feitos. E a ação de fazê-los muda ambos, o fazedor e o destino.”

O futuro não é o resultado de escolhas entre caminhos alternativos oferecidos pelo presente, e sim um lugar criado.

Objetivos respondem a pergunta “O que eu quero alcançar? “Liste seus objetivos por escrito. Não importa quais tipos de objetivos você tenha em mente. Eles devem ser escritos. O que não merece ser escrito, não merece ser realizado.

Depois escrever, parta para seu plano de ação, que se resume em como alcançar meus objetivos, quais os recurso já tenho e de quais vou precisar, quem pode me ajudar? Esses objetivos dependem somente de mim ou dependem também de outras pessoas?

Estabeleça uma data específica para concretizar esse objetivo.

Claro, que todo objetivo depende de estratégias. É hora de pensar nelas. Como conseguir os recursos? Como convencer outras pessoas a me ajudarem? Quantas horas por dia, por semana, devo me dedicar a cada projeto? A palavra estratégia, significa “arte do general”, do francês stratégie; “ofício ou comando do general”, do grego strategia. Como a etimologia evidencia, estratégia tem a ver com a preparação detalhada e cuidadosa para a batalha. O general que for para a batalha sem se preparar está condenando o seu exército a sangrar, o seu país à derrota no campo de batalha.

Estabeleça as evidências sensoriais orientadoras. Evidências são os sinais, os indicadores de que estamos no caminho certo. Se um dos meus objetivos é fazer um curso em outro país, visitar o site da universidade é um indicador. Escrever um e-mail pedindo informações e a resposta desse e-mail é outro indicador. As pessoas em geral não valorizam nem prestam atenção às pequenas coisas que fazem nem ao que acontece diariamente. Depois ficam frustradas quando não conseguem ou se surpreendem quando seus objetivos são alcançados meio “ao acaso”. A construção de um edifício é resultado de uma infinidade de pequenas ações continuadas e ininterruptas. Milhares de tijolos são assentados um a um. Porém o edifício só fica pronto depois de um último detalhe final, como a instalação da última tomada elétrica, que sozinha representa muito pouco, diante de tudo que foi feito.

Não fique somente no sonho. Parta para a ação. Lembra da música de Milton Nascimento? “Longe se vai sonhando demais, mas onde se chega assim?” As pessoas bem-sucedidas são muito focadas. Trabalham muito para conseguirem o que querem.

Esteja atento aos seus pensamentos e estado emocional. Pensamentos são como pequenas pessoas falando dentro de nós. Essas conversas ocultas determinam o que vamos fazer, que caminho vamos seguir. Nossos pensamentos mudam o tempo todo, e nunca sabemos qual será o nosso próximo pensamento até que ele apareça. Não posso controlar meu próximo pensamento, mas posso controlar o meu pensamento atual. Por isso, escute atentamente o que está falando para você mesmo.

Jamais diga que eles são grandes demais. Se você os objetivou é porque é capaz de alcança-los. Outra tolice é achar que sonhos são bobagens de tolos que jamais alcançam suas metas. E, muito importante, não diga não posso. Você pode, sim.

O ser humano é capaz de realizar qualquer coisa, desde que acredite e se comprometa. Há uma fase famosa de Henry Ford sobre isso: “Se você disser que pode, você está certo. Se disser que não pode, você também está certo.”

Não estamos falando aqui de coisas absurdas, como mergulhar e explorar as profundezas do oceano sem treino e sem equipamento. Estamos falando de objetivos reais, como concluir um mestrado, comprar a casa dos seus sonhos, conseguir formar seus filhos na faculdade, conquistar um novo emprego ou ser promovido no seu emprego atual.

Nossos pensamentos orientam nossas ações e nossos estados emocionais.

Quando pensamos o quanto somos abençoados, o quanto a vida é bela, e o quanto somos privilegiados, entramos num estado de graça emocional. Temos mais disposição, nos tornamos mais alegres, mais fortes e mais felizes. Mas quando dizemos que a vida é dura, que as coisas estão difíceis, e quando vemos os desafios como grandes problemas, como barreiras difíceis de superar, ficamos tristes, enfraquecidos, nos vitimizando, pobres criaturas, abandonadas à própria sorte, sem controle do nosso destino.

Crie o hábito. Condicione fazer pelo menos uma ação diária em direção dos seus objetivos. Nosso corpo, nosso cérebro e nossa mente são condicionados pelos nossos pensamentos e nossas ações. O condicionamento é uma coisa incrível, quando nos condicionamos a fazer tudo que precisa ser feito. É, porém, um inimigo implacável, quando nos deixamos levar pela correnteza da vida, quando cantamos a música do Zeca Pagodinho: “Deixa a vida me levar, vida leva eu”.

Portanto, não fique aí parado. Estabelecido o objetivo, faça o seu plano de ação e comece a agir imediatamente, acredite em você mesmo, acredite na vida e nas pessoas, parta para a ação, seja persistente. Observe o curso do caminho e vá fazendo os ajustes de percurso quando estiver se afastando do destino. Você se surpreenderá com os resultados.

A importância da leitura em nossa vida

silvia biobrafia

Ler para compreender.

Vivemos na era em que para nos inserir no mundo profissional devemos portar de boa formação e informação. Nada melhor para obtê-las do que sendo leitor assíduo, quem pratica a leitura está fazendo o mesmo com a consciência, o raciocínio e a visão crítica.

A leitura tem a capacidade de influenciar nosso modo de agir, pensar e falar.

Com a sua prática frequente, tudo isso é expresso de forma clara e objetiva.

Pessoas que não possuem esse hábito ficam presas a gestos e formas rudimentares de comunicação, deixam-se ludibriar com facilidade.

Isso tudo é comprovado por meio de pesquisas as quais revelam que, na maioria dos casos, pessoas com ativa participação no mundo das palavras possuem um bom acervo léxico e, por isso, entram mais fácil no mercado de trabalho ocupando cargos de diretoria, além de exercitar sua mente para ver o que parece obscuro.

Porém, conter um bom vocabulário não se torna o único meio de “vencer na vida”. É preciso ler e compreender para poder opinar, criticar e modificar situações.

Diante de tudo isso, sabe-se que o mundo da leitura pode transformar,  enriquecer cultural e socialmente o ser humano e, consequentemente uma nação. Não podemos compreender e sermos compreendidos sem sabermos utilizar a comunicação de forma correta e, portanto, torna-se indispensável a intimidade com a leitura. A leitura abre horizontes na mente insone dos não leitores.

Ler para compreender.

Para Monteiro Lobato um país se faz de homens e livros, para os governantes diferente não poderia ser. O papel da leitura na formação de um indivíduo é de notória importância. Basta-nos observar a relevância da escrita até mesmo na marcação histórica do homem, que destaca, por tal motivo, a pré-história.

Em uma esfera mais prática, pode-se perceber que nenhum grande pensador fez-se uma exceção e não deixou seu legado através da escrita, dos seus livros, das anotações. Exemplos não são escassos: de Aristóteles a Nietzsche, de Newton a Ohm, sejam pergaminhos fossilizados ou produções da imprensa de Gutemberg, muito devemos a esses escritos. Desta forma, iniciarmos o nosso processo de transformação adquirindo tamanha produção intelectual que nos é disponibilizada.

A aquisição de idéias pelo ser humano apresenta um grande efeito colateral: a reflexão. A leitura é capaz de nos oferecer o poder de questionar, sendo a mesma frequente em nossas vidas. Outrossim, é impossível que a nossa visão do mundo ao redor não se modifique com essa capacidade adquirida.

Embora a questão e a dúvida sejam de extrema importância a um ser pensante, precisam ter um curto prazo de validade. A necessidade de resposta nos é intrínseca e gera novas idéias, fechando, assim, um círculo vicioso, o qual nos integra e nunca terminamos de transformar e sermos transformados.

A leitura é a base para o desenvolvimento e a integração na sociedade e na vida, porquanto viver não é apenas respirar. Se Descartes estiver certo, é preciso pensar. Pensando, poderemos mudar o quadro negro do país e construir o Brasil de Monteiro Lobato. Um país de homens com idéias excepcionais o bastante para consertar o desconserto que vem a passos largos retirando riquezas de nosso país. O Brasil bem administrado, por homens cultos e letrados será o país do agora, o país rico, posto que retira de seu campo de ação a desonestidade que vem açambarcando nossas riquezas desde tempos além. A inteligência desenvolvida pela leitura dará a população compreensão do quanto podemos estar perdendo riquezas. Quanto aos homens públicos saberão eles como dizimar tais escapes sob os olhos da ingenuidade que espraia a todos que não tiveram a disponibilidade de se capacitar através da leitura e abrir seus horizontes mentais para tais pilhagem em todas as áreas. Não necessitaremos de uma Lava Jato para descobrir o mínimo, mas de consciência e cidadania para enxergar o real e o máximo que o Brasil tem da desnecessidade de ter pobreza em seu território. Somente a leitura capacitará o brasileiro para fazer de seu país uma nação forte e destemida, usando o que seu solo disponibiliza e impedindo a pilhagem de terceiros sob olhos ingênuos da maioria ou desonestos de muitos .

A diferença entre solidariedade e caridade

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É muito comum confundirmos caridade com solidariedade social. Quando falamos em caridade, logo nos vem à mente a doação de bens materiais de uma forma individual ou coletiva.

Mas, sermos solidários não é o mesmo que sermos caridosos. A solidariedade é um estímulo, uma maneira maravilhosa de expressão do bem, para tornar o ambiente em que vivemos um local menos desigual, socialmente falando. Já a caridade, vai além… A caridade vem de dentro e, normalmente, é invisível perante os olhos da sociedade.

Às vezes não é nem perceptível para quem já a faz de maneira natural, e imperceptível também, apesar de muito trabalhosa, para aqueles que a fazem em silêncio, no árduo processo de reforma íntima.

Caridade é gentileza, é sorrir num simples bom dia, boa tarde ou boa noite, mesmo que a gente se sinta péssimo por dentro, por não querermos contagiar negativamente os outros com nossos problemas; é ficarmos quietos quando tivermos vontade de retrucar uma ofensa; é sentirmos compaixão ao invés de raiva; é não falarmos mal da vida alheia, mesmo quando a “língua coçar”, é conseguirmos fazer a fofoca morrer em nós; é elogiar ao invés de julgar ou simplesmente não falar quando não há nada bom a dizer; é ter sensibilidade; é não disseminar discórdia e sim harmonia; é não matar sonhos alheios, é enxergar o bem sempre, mesmo quando ele estiver bastante escondido; é conseguir reparar os próprios erros e perdoar os erros pelos outros cometidos.

A solidariedade modifica o ambiente exterior, tornando o mundo um lugar melhor para viver, mas não deve ser confundida com caridade, que é uma modificação do universo interior refletida em singelos gestos cotidianos, que não espera recompensas (nem divina), nem agradecimentos. Caridade é simplesmente aceitar as pessoas como elas são, é fazer prevalecer a razão quando o instinto falar alto, é carinho (“tocar o mundo do outro com respeito”), é olhar com os olhos da alma, sem interferência do próprio ego. É desde sorrir de uma piada sem graça para dar a graça, até se afastar de quem ama para libertar. Caridade não é doar o que tem, é se doar… Caridade é amar.

TRABALHE SUA ESPIRITUALIDADE.

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Para além do entendimento intelectual precisamos trabalhar nossa espiritualidade.

Nós, pessoas da chamada era digital, inegavelmente somos herdeiros de uma série de conquistas tecnológicas, temos acompanhado, por outro lado, um empobrecimento do repertório das coisas místicas com as quais a humanidade manteve contato há milênios. É pena! Temos desdenhado de uma das mais vibrantes possibilidades de aprofundamento do nosso olhar para tudo aquilo que se mostra misterioso.

Somos gente, em geral, afastada das perspectivas espirituais da existência, que nos parecem, muito mais do que pareciam para nossos antepassados, enigmas insondáveis. Se algo caracteriza os últimos duzentos anos, trata-se de uma perda significativa da força do Arquiteto do Universo em nossas experiências terrenas.

Trocamos a capacidade de transcendência pelo progresso material. Iluminamos cada um dos mais recônditos cantinhos da vida, não deixamos nenhum lugarzinho esquecido, todos foram inundados pela luz da razão que, onipresente, incomoda, cansa, ofusca e chega a desesperar. Não é estranho que algumas das sensibilidades mais puras levantem a voz e indiquem o problema: igualamos demais nossos compromissos, abrimos mão de enorme parcela de liberdade e capacidade de experimentar diferenças.

Às vezes é difícil viver sem escapatória, sem fuga, sempre sob holofotes que não descansam, embaixo de um sol eternamente a pino, num mundo que perdeu todo o seu sombreado poético ou sensível, absolutamente controlado e explicado por especialistas radiantes que, para nossa surpresa (e deles mesmos), muitas vezes, não especializam nada – cometem enganos, se equivocam, nos atrapalham, geram confusão.

Nesse mundo atapetado por inteiro de conhecimentos indiscutíveis, como sensitiva que sou, percebo que precisamos respeitar novamente as duas moradas do homem: a mente e o coração (alma). Olhando ao redor compreendo um dos desafios de nossa época, dar vazão às coisas do espírito, equilibrar funções emocionais, ordenar os afetos.

Nosso tempo avançou longe demais pela trilha da mente. Vivemos no exagero das opções de vida voltadas para a razão. Agora é tempo de valorizar o oposto complementar, os movimentos do coração, parte indispensável se nossa proposta for contemplar, compreender e reverenciar o equilíbrio pleno da nossa existência no planeta Terra.

Para além do entendimento intelectual, precisamos permitir que o abraço do mundo nos envolva, suave, reconfortante, alcançando nossa alma. Ultrapassar as coisas do juízo para permitir que verdadeira sabedoria se instale, fonte cristalina para as mais elevadas aspirações do ser humano. Este é o caminho da evolução em busca do que realmente somos, além de um pedaço de carne, que nasce, vive e morre.

Raciocinemos um pouco mais demoradamente sobre a lei de Lavoisier: “Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”. Ora, vamos nos transformar em quê, se nem ao menos experienciamos o melhor de nós, enquanto no caminho do aprendizado?

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Ilumine seu cérebro lendo, lendo muito e vários estilos

A ciência comprovou recentemente o que parecia óbvio: literatura faz bem para o cérebro! Nos Estados Unidos, um grupo de teste foi convidado a ler um capítulo do romance Mansfield Park, de Jane Austen, dentro de uma máquina de ressonância magnética, enquanto pesquisadores da universidade de Stanford analisavam os resultados neurológicos. Para o experimento, era preciso ler o capítulo de duas formas distintas: primeiramente, uma leitura descompromissada; depois, uma leitura para análise crítica da obra. A conclusão do estudo apontou que a leitura de livros pode ser um exercício valioso para o cérebro, já que quando lemos, o sangue flui para diversas áreas associadas à concentração e, no caso de uma leitura mais crítica, também para áreas menos ativas do cérebro. Logo, o estudo concluiu que a forma de leitura afeta o cérebro e através dela podemos treiná-lo para ser cada vez melhor em atividades que exigem compreensão e concentração. Logo, o estudo conclui que a forma de leitura afeta o cérebro e pode indicar formas de treiná-lo para ser cada vez melhor em atividades que exigem compreensão e concentração.

Estudos semelhantes para avaliar os benefícios da leitura com máquinas de ressonância magnética já haviam sido realizados antes na Europa. Em 2010, o neurocientista Stanislas Dehaene, diretor da Unidade de Neuroimagiologia Cognitiva do Inserm-CEA, na França, usou exames de ressonância magnética para avaliar o cérebro de adultos alfabetizados e analfabetos. Os cientistas descobriram, então, que os cérebros dos adultos que podiam ler eram mais ativos, ainda que, em contrapartida, perdessem parte de sua memória visual, possuindo menos habilidade no reconhecimento facial.

Não existe nada mais espetacular para treinar o cérebro do que a leitura. Aumenta a capacidade de armazenar informações, aprimora a memória, aumenta a compreensão e a associação… Além de funcionar como um verdadeiro catálogo de maneiras de viver, de encarar os desafios, amplia o vocabulário, a compreensão de mundo. Já imaginou a diferença que faz no cenário atual, feito de relacionamentos e marketing pessoal?

Interessados nos ganhos que um livro pode trazer para nossas vidas buscamos os 10 benefícios da leitura. Sinta-se à vontade para acrescentar outros benefícios, comentando este post.

  1. A leitura estimula a memória, expandindo a capacidade de nossa mente.
  2. A leitura é combustível inesgotável para a imaginação.
  3. A leitura nos dá as palavras, instrumento para expressar nossos sentimentos.
  4. A leitura nos aproxima da compreensão de mundo e da autocompreensão.
  5. Ao ler, nos deparamos com aquilo que pensamos: com nossas crenças.