Nossa necessidade de pertencimento

um homem e uma mulher

Hoje eu gostaria de conversar com você sobre uma necessidade aparentemente muito simples do ser humano, a necessidade afetiva. Talvez você já tenha ouvido alguém falar sobre isso, ou até mesmo já tenham dito que você é uma pessoa carente. Só para deixar claro, tanto a famosa carência como a necessidade afetiva são a mesma coisa. Tudo bem até aqui? Então vamos lá.

Mas afinal o que seria a necessidade afetiva?

A necessidade afetiva ou de afeto, é a necessidade que temos de dar e receber o amor, de receber o carinho e a atenção das outras pessoas. Simples assim… precisamos sempre receber e dar esses sentimentos ao próximo.

Na nossa história evolutiva, nós podemos notar que o homem nem sempre deu atenção a essa necessidade. Claro, com tanta coisa ainda para ser suprida o homem não se preocupava muito com os sentimentos. Na verdade, a maior preocupação era mesmo em existir e garantir a existência da espécie.

Mas o homem foi mudando. O homem conquistou muito para garantir a sua existência. Porém, chegamos a um novo paradigma.

O que precisamos agora?

O homem já havia criado meios para garantir a existência, a sua segurança e procriação, então o que mais nos faltaria?

É aí que a coisa complica.

O homem começou a sentir novas necessidades. Necessidades que as vezes não sabemos muito bem definir. Mas no fundo sentimos que ainda falta algo.

O ser humano passou a sentir falta de ser feliz. Sentiu falta de viver uma alguma coisa a mais. Experimentar sensações novas e prazerosas. E o que seria mais prazeroso que viver o amor, viver uma paixão e sentir o carinho de alguém que nos queira bem?

Nem precisa me dizer que isso é subjetivo.

Cada pessoa tem a sua necessidade de oferecer e viver o afeto das pessoas que a rodeiam. Umas mais, outras menos, mas todas necessitam.

Mas às vezes sinto que a cada dia as pessoas têm mais dificuldades em expressar o que sentem. Chega a parecer que estamos perdendo as nossas habilidades em dizer ao próximo o que sentimos por eles. É possível observar que isso tem tomado uma proporção que nos faz sentir “estranhos” por expressarmos o que sentimos.

Pare e pense um pouco. Se é tão necessário para o homem viver o amor, por que às vezes as pessoas ficam sem jeito em presentear a pessoa amada com um buquê de flores? E por que isso é algo que está ficando raro?

Se precisamos do afeto, por que nós mesmos temos cada vez mais dificuldades em dizer ao outro o quanto ele é importante para nós?

Inclusive, quando foi a última vez que você disse a alguém o quanto essa pessoa é importante para você?

Posso notar que muitas pessoas acreditam que outras pessoas gostam delas, apenas pela forma a qual agem e não por já terem expressado isso. E é algo tão simples dizer: “você é legal, eu gosto de você!”.

Necessidade de afeto tem remédio.

Ainda bem que o remédio é algo muito gostoso e agradável de se tomar, cuja composição é o amor, o carinho e atenção…

Não espere que seu estoque de afeto termine para que você o preencha. Sugiro que corra e demonstre o que você sente pelas pessoas. Desde que você saiba aonde pisa, é claro.

Para não se frustrar, não espere muito o que as pessoas vão lhe responder. Contente-se apenas em ter tido a oportunidade de dizer o que sente por elas. Quem sabe a sua demonstração de afeto incentive a outra pessoa a expressar o que ela sente. Gosto de pensar que as pessoas que mais oferecem são as que mais recebem.

Você já se questionou sobre nossa necessidade de amor? Por que vivemos na busca de encontrar alguém que preencha nossas vidas? Dessa necessidade de ter alguém que nos complete? A vontade da segurança e proteção faz parte de todas as pessoas, até mesmo aquelas que negam tal fato. Sentir falta dessa ligação com o outro é de nossa essência. Como dizia Aristóteles “O homem é um animal social”.

É da natureza humana essa carência de ter ao seu lado alguém especial.

A necessidade de ser amado pelo outro vem da necessidade de se amar. Como as vezes não fazemos bem esse papel, o transferimos para uma outra pessoa.

Aristóteles fundamenta a tese que “o homem é um animal social” dizendo que a união entre os homens é natural, porque o homem é um ser naturalmente carente, que necessita de coisas e de outras pessoas para alcançar a sua plenitude. Aristóteles afirma:

“As primeiras uniões entre pessoas, oriundas de uma necessidade natural, são aquelas entre seres incapazes de existir um sem o outro, ou seja, a união da mulher e do homem para perpetuação da espécie (isto não é resultado de uma escolha, mas nas criaturas humanas, tal como nos outros animais e nas plantas, há um impulso natural no sentido de querer deixar depois de individuo um outro ser da mesma espécie).” (Política, I, 1252a e 1252b, 13-4). Essa é a opinião de Aristóteles.

Milhões de palavras foram gastas, ao longo dos séculos, para descrever os mistérios da paixão. Do matemático Blaise Pascal (“o coração tem razões que a própria razão desconhece”) ao físico Albert Einstein (“como a ciência poderia explicar um fenômeno tão importante como o amor?”), todas as maiores mentes da humanidade se declararam impotentes frente aos mistérios e caprichos da paixão. Elas estavam erradas. A ciência está começando a descobrir que existe, sim, lógica no amor. E, quem sabe, até uma fórmula. Matemáticos da Universidade de Genebra estudaram 1074 casamentos, analisando diversas características dos cônjuges, e chegaram a uma fórmula do que seria o par ideal – com maior taxa de felicidade e menor risco de separação. A mulher deve ser 5 anos mais jovem e 27% mais inteligente do que o homem (o ideal é que ela tenha um diploma universitário, e ele não). E é preciso experimentar bastante antes de decidir: uma análise feita pelos estatísticos John Gilbert e Frederick Mosteller, da Universidade Harvard, apontou que, se você se relacionar com 100 pessoas durante a vida, suas chances de encontrar o par ideal só chegam ao auge na 38ª relação. Faça tudo isso e você será premiado com 57% mais chance de ser feliz. Mas, se você achou essas condições meio sem sentido, ou no mínimo difíceis de seguir, acertou. As conclusões são puramente estatísticas, ou seja, projetam um cenário ideal e não levam em conta as decisões que as pessoas realmente tomam: praticamente todos os casais estudados pelos cientistas suíços (para ser mais exata, 99,81%) não viviam seguindo à risca a fórmula. Afinal, as pessoas não são equações. São uma pilha de neurotransmissores, hormônios – e experiências.

Imagine que você está numa festa. Muita gente interessante, troca de olhares, paquera. Na dança do acasalamento humano, os homens dão mais valor à beleza e à juventude – e as mulheres estão mais preocupadas com o nível socioeconômico do parceiro (sim, isso inclui dinheiro). Você provavelmente já sabe disso. É universal. “Num levantamento que fizemos com 10 mil pessoas, em 37 países, essas diferenças sempre se mantiveram – independentemente de local, habitat, sistema cultural ou tipo de casamento”, afirma o psicólogo evolutivo David Buss, da Universidade do Texas, em seu livro A Evolução do Desejo. O que você não sabe é que essa diferença não é um clichê sexista – tem uma explicação cerebral. Quando o homem olha uma foto de sua mulher ou namorada, sua atividade cerebral se concentra nas áreas de processamento visual – como a área fusiforme, que processa as imagens de rostos. Já quando a mulher vê o homem, aciona circuitos relacionados a memória, atenção, motivação e inteligência. Conclusão: para as mulheres, a beleza realmente não é o principal.

Ela é importante. Mas não é um objetivo em si; é um instrumento que a mulher usa para descobrir mais sobre o homem. Um estudo da Universidade de Michigan comprovou que, quando estão cogitando ficar ou ter um caso passageiro, as mulheres costumam preferir homens de traços bem marcados, masculinos. Mas, na hora de pensar numa relação séria, optam pelos que têm traços mais delicados. Isso acontece porque os homens de traços duros costumam ser saudáveis e passar genes de boa qualidade para os descendentes – e por isso são considerados instintivamente atraentes pela mulher. Mas eles também geralmente têm mais testosterona – hormônio que aumenta a propensão à violência e à infidelidade.

Pode parecer estranho, mas a primeira pergunta que gostaria de fazer e ouvir a resposta seria: Por que você precisa de alguém? Podemos ter respostas como: necessidade de carinho, necessidade de atenção e de ser ouvido, necessidade de mostrar aos outros (ou um determinado outro) que sou capaz disso, necessidade de ajuda, necessidade de segurança, necessidade de alguém para passar o tempo.

Imagine quanta demanda temos em ter alguém para nos dar carinho, atenção, ajuda, apoio, tempo e ainda possamos mostrar ao mundo tudo isso. Não seria muita expectativa para uma outra pessoa nos bastar?

Não vou falar nada muito diferente que os outros — acredito só com outra abordagem. Basicamente todos nós queremos de alguma forma ser amados e isso vem da nossa miopia coletiva de não percebemos o que realmente é o amor. Temos essa necessidade de buscar algo, que na verdade está dentro de nós a todo momento.

A Escolha

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Histórias são como sonhos na mente da escritora, assim como as pessoas sonham, a escritora sonha e escreve. Claro que ao escrever ela espera criar uma bela história com um final surpreendente. Assim é a história de Helena Diniz. Uma mulher forte da maneira como se recordava da mãe, ao criar cinco filhos sem a presença do pai que morreu aos quarenta e oito ano. Deixou a ela uma escadinha de filhos, da mais velha com 13 anos até a mais nova, com 3 anos. Agora era ela a ter sob seu encargo apenas um filho e estava viúva desde os 23 anos. Lembrava do pai, sentado  na cama ao seu lado e de sua irmã mais velha, contanto histórias para que dormissem. Era assim que ela queria cuidar do filho e ver a boca curvada em um sorriso quando o garoto implorava por uma história.

  • Que tipo de história você quer? – perguntava.
  • A melhor de todas – respondia Marcelo.

Geralmente, ficava sentada por alguns minutos em silêncio, e seus olhos se iluminavam . Ela colocava cabeça de Marcelo no colo e, com um a voz suave, dava início alguma história, onde frequentavam seres fortes e bons de mundos exteriores. Isso deixava Marcelo voar acima da situação precária que viviam e sonhar ser um grande herói algum dia. Herói que as histórias da mãe sempre acabavam com a vitória do melhor. Quando Helena acabava a história o menino já estava com os olhos piscando e logo em seguida os fechava num sono tranquilo. O sorriso ainda bailava nos lábios. Eram doces momentos de amor.

Ela se levantava devagar, colocando a cabeça do filho no travesseiro e beijando-lhe a testa. Apagava a luz do quarto e saía silenciosa. Sempre havia aventura, perigos, ação e jornadas que aconteciam dentro das histórias de Helena Diniz ao seu filho, mas Marcelo Diniz Kravinski cresceu naquele apartamento quase no centro de Curitiba e celebrava a amizade e o amor materno dentro daquele lar.  Estranhou quando a mãe casou-se novamente. Ele esperava ter um pai, pelo menos era o que Henrique, o homem da vida dela, como dizia sempre, demonstrava que seria, ao longo da caminhada e da sua mocidade. Mas, as histórias nem sempre são como imaginamos na vida. Elas podem criar animais ferozes que nenhum herói consegue domar. Porém, Marcelo aceitou viver num outro apartamento, já com treze anos e pegar ônibus para a escola, antes apenas uma quadra de sua casa. Ficaram morando naquele apartamento com Henrique apenas quatro meses. A convivência ficou impossível, com a ex-mulher de Henrique criando vários fatos que o afastavam dela e fosse atender aos filhos, em especial o mais novo. A situação tornou-se insuportável. O homem com quem sonhou ter uma família havia se transformado num dos monstros de suas histórias e só havia ela de heroína para acabar com aquele monstro. A única solução foi a separação e Helena  e Marcelo foram para a casa de um tio, pois o apartamento deles havia sido alugado por um ano. Foram noites insuportáveis e seu choro abafado era ouvido por Marcelo. Ela não queria que ele participasse daquela dor, mas não havia contenção que pudesse evitar.

Ficaram na casa do tio apenas dois meses e tiveram que alugar outro apartamento para esperar que vencesse o prazo de aluguel do apartamento próprio. O dinheiro ficou curto, muitas vezes a luz foi cortada por falta de pagamento. Já não almoçavam em casa, apenas em pequenos restaurantes de prato feito. A paz antes tão doce e real tornara-se um sofrimento silencioso entre mãe e filho.

Assim, é a história de Helena. Uma história longa e recheada de altos e baixos, como de resto é a vida. A escolha fora dolorida, mas só valia viver e buscar a felicidade se o monstro criado por ela fosse totalmente esquartejado.

O tempo se esvaiu, o ano terminou e finalmente voltaram ao apartamento. A casa estava muito estragada pelos inquilinos. Foi preciso muita reforma e muito aperto financeiro, mas os dois estavam recomeçando a se recompor da dor imposta pela vida. Não, aquilo não tinha sido história, era a vida e ambos levaram essa lição para o resto do tempo. Nem sempre se pode confiar nas doces palavras de alguém. Somente convivendo se é possível conhecer, mas o aprendizado ficou.

Momentos de felicidade

Momentos-de-felicidade

Toc, toc! Bato na porta e chamo seu nome. Atenção meu amor! Estou trazendo alegria para lhe dar momentos de felicidade.
Anseio, desejo, enfim percebo que devo procurar por você e lhe dar os meus melhores momentos de felicidade. O que Às vezes você faz como hoje. Tranca sua portas e não abre seu coração. O que você deseja hoje?
O que você está sentindo hoje?
Estou lhe trazendo o melhor de mim, meu amor. Comprei o sol, a lua, as estrelas, o vento que sopra leve para agradar você. Não continue assim. Depressão não lhe cabe bem. Você é um ser de luz, amor, caminhe para mim e eu lhe darei momentos de felicidade. Eu os entrego a você. Não estou vendendo, estou lhe dando meus momentos de felicidade. Enquanto você fica nesse canto negro, escondido de si mesmo, cá estou a derramar meu amor para lhe fazer feliz. Eu escrevo, registro, publico e lhe digo em brados mudos e surdos tudo que tenho para lhe doar. Você pode ter todos os meus momentos de felicidade porque meu coração lhe pertence, meus pensamentos são seus e desejo intenso de lhe fazer feliz. Não fique assim. Você prefere que eu dê a outro os meus momentos de felicidade? Acorda desse pesadelo e enxerga o quanto você pode ver o colorido, o brilho do sol, o azul do mar. Tudo pode ser seu se olhar para mim. Meus olhos vão lhe dar essa visão, meus lábios vão confirmar esses momentos de amor e você vai entender. Abra essa porta, deixe-me entrar; Eu sou o sol. Sua tempestade cessou. Trago a luz e momentos de felicidade. A porta se abre. Está apenas uma fresta, mas a luz de meu olhar enche o dele de esperança. Enfim, posso lhe dar momentos de felicidade!

A paz entre todos

beleza da natureza

O dia amanhece e ilumina os corações para despertar num mundo novo. A cada dia novo acontecimento e tudo recomeça. O ar entra pelos pulmões, oxigenando o corpo e mostrando a vida que reaparece com seu brilho incessante e corrente. O ser reaprende em seus momentos um pouco mais de alegria, deixando a tristeza de lado, para acompanhar o curso do rio da vida. Aparentemente, qualquer ocorrência, mesmo que pequenina ou peculiar, tem enorme importância no destino de cada um.

No observar pequenos detalhes se encontra a oportunidade, repleta de de beleza e mansuetude. Tudo resplandece quando o coração é a morada da paz e do amor. Propostas renovadoras faz no íntimo momentos de felicidade imorredoura.

Em algum lugar, num determinado momento, a qualquer hora, um tesouro espera por você, em sintonia com o Universo. Pode ser em um pequeno sorriso, num simples aceno, um breve olhar, uma grande vitória, ou um inusitado acontecimento.

Que importa o que lhe chega. A oportunidade minúscula e breve, sendo observada e sentida, faz a dinâmica da vida e a roda girar, enquanto o mundo segue seu rumo e a vida rola para o infinito. Este é o milagre do ser, do viver. A paz traz alegria e grandes e pequenos milagres. Que importa se pequenos ou grandes: é a paz do milagre da vida. Sim! A vida é um grande milagre. O acordar faz dela um dia a mais nesse eterno milagre.

Para hoje, amanhã e sempre não deseje o impossível, apenas queira a alegria de cada dia feito de paz e amor entre os homens. Essa é a leveza da alegria e da felicidade. Tão fácil. Tão perto. Apenas queira e viva.

A FELICIDADE É UMA ALEGRIA CRÔNICA

bicicleta-florida

Silvia R. Pellegrino

Raios de sol lavavam calçadas, edifícios, o céu dourava com o sol prestigiando a cidade. Num repente pingos d´água caíam do céu sobre os curitibanos. A cidade estava cheia deles. Transitavam pela Rua Quinze naquele passo apressado sem sequer prestar atenção ao dourado do sol, mas os pingos, tais quais caleidoscópios fizeram todos correrem para debaixo de marquises, comprar guarda-chuvas de vendedores oportunistas. Eu, porém, observava os belos caleidoscópios que ensopavam meus cabelos e refrescavam meu corpo. Andar tranquilo, aproveitei meu momento fortuito. Nos minutos seguintes os curitibanos se viram perdidos, saindo debaixo de marquises e fechando os guarda-chuvas recém comprados. Era uma época em que eu transitava muito pela Rua Quinze. Meu trabalho ficava a quinze quadras do meu apartamento e aquele era meu caminho da roça. Por isso, nunca me espantei com aquelas viradas de tempo tão rápidas e fugazes. Sempre me encantei com o espetáculo, mas não conseguia agir como os curitibanos. Aquilo alimentava minha alma e a lavava de amor. Sempre amei Curitiba e suas viradas de tempo rápidas. O casaco sempre em mãos e, às vezes, uma sombrinha pequenina na bolsa. Na verdade, naquele dia nem a peguei, senti que seria apenas uma lavada de alma e a recebi com alegria. Os curitibanos pareciam ter se tornado tão avessos aquilo, que ficavam tontos e não aproveitavam a beleza de sentir os pingos nos rostos e apreciar suas cores variadas. Cheguei ao trabalho, cabelos já secos e encontrei o alvoroço de sempre, porque Curitiba adorava pregar peças em todo mundo com seu tempo maluco. A alegria me tomou por inteiro e a felicidade me invadiu. Jamais terei raiva de viver numa cidade tão cheia de surpresas. Eu a amo, simplesmente. E, pensar que nem nasci aqui, mas meu coração é curitibano, completamente apaixonado.

Crônica da Alegria

escrever e uma alegria

Sinto-me feliz hoje. O sol veio com toda a sua claridade dourada aquecer nossos corações. O meu está aos pulos. Sinto um vigor da juventude. Não sei por que quando estamos muito felizes nos lembramos da juventude. Creio que porque nossos sonhos eram ideais. Poque sonhávamos poder obter da vida todas as benesses possíveis. E, hoje, o fato do sol nascer brilhante me exultou de felicidade.

Claro que poetas, filósofos, e não sei mais quem dizem que a alegria depende da felicidade que estamos vivendo. Ora, eu estou feliz e alegre por causa do sol.  Pingos os d`água caíram a semana passada, deixando o céu sobre a bela cidade de Curitiba, cinzento. Nada era agradável e estava me deixando feliz. Tudo a minha volta estava bem, mas o cinza e os pingos de chuva incessante e o inverno não me agradavam. Meu humor já não ia bem. E… não era TPM, porque já vai longe a época dessa irritante situação. Estou livre. Exato! A alegria me invade o peito e meus sonhos mais belos parecem realizados. Tudo vai dar certo, até meu livro que está sendo revisado por meu agente literário ficará mais literário. A vida sorri, quando o sol brilha carinhosamente aquecendo meu corpo e me dando inspiração para continuar a escrever o próximo livro. Sei que sou ansiosa. Não lancei este e já estou escrevendo outro. Mas, sabe… eu levo pelo menos um ano escrevendo e, assim, preciso voltar a trabalhar, enquanto aquele que não está em minhas mãos para ficar mudando e melhorando frases para meus leitores fugiu para mãos alheias (do meu agente, claro).

Eureca! Descobri. O fato de ter sol me dá inspiração e cá estou eu teclando freneticamente meu novo livro. As palavras saem pulando do meu cérebro para o papel. Sinto uma alegria inefável. Nada me causa tanto ardor e paixão do que escrever. Estou feliz e alegre ao mesmo tempo. Parece que esta duas palavras se casam com perfeição.

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Falar de amor

É-PRECISO-FALAR-DE-AMOR

Sabe hoje decidi falar de amor. Quero falar de meu amor por você. Estou pronta para esquecer quem sou e pensar só em você. Porque você é o meu amor. Ultimamente respiro só você, por isso preciso falar de amor. Quero colocar o meu amor como um selo sobre o seu coração. Sei ser impossível, mas o que é mais impossível do amar do jeito assim. Falar das lágrimas derramadas, dos sonhos irrealizados. Você… Foi o encontro entre o meu maior desejo e a minha maior realização.

Você veio do nada, do céu, da terra, do mar, até mim como um belo pássaro através de inúmeros canais. Fez seu ninho em meu coração e ali plantou como dono. Quero que me veja em seus sonhos e me beije como sonhei. Quero ser o ar que você respira, a canção que você canta, os momentos mais belos em sua memória. Quero ser sua fantasia e sua realidade. Quero poder lhe dar um mundo de felicidade, alegria e paixão. Afinal somos um misto de poema e canção. Você é o sonho mais lindo e perfeito que sonhei, o sorriso que busquei, as doces palavras que li.

Você meu ponto de chegada e partida. Você se assentou em minha vida e se tornou o dono do meu coração. Nada mais posso fazer do lhe amar pra sempre.