Como formar profissionais do futuro?

Como formar profissionais do futuro

O aluno de hoje não consegue entender um texto simples. Se lermos o que escrevem quando prestam exames ficamos aterrados com os erros cometidos, porque não há como entender o que de fato querem expressar.

Tenho dois pontos a destacar: primeiro, é necessário fazer o aluno ler livros e fazer um resumo de sua leitura. O que entendeu daquilo que lá estava escrito e que o escritor pretendia contar. Caso o aluno não conseguir compreender é necessário repensar em como ensiná-lo pensar.

Entendo ser necessário que a cada mês seja dado um livro de acordo com a idade e o grau  de estudo na escola, para poder avaliar se os momentos de leitura envolvem, de forma mais acentuada, a leitura de pequenos textos em prosa ou mesmo de listas de palavras, em voz alta, pois existem  casos em que os alunos memorizavam, com muita facilidade, os textos lidos em sala. Dessa forma é preciso detectar se cada aluno tem a competência de memorizar textos ou outros assuntos, quando são lidos em voz alta.

Existe vários tipos de pessoas e é importante que o professor conheça seus alunos, para auxiliá-lo melhor no seu aprendizado. Daí, cabe ao professor essa capacidade bastante espinhosa, mas são os fardos das profissões que escolhemos.

Outro ponto para auxiliar o aluno a aprender ler é não o deixar memorizar o texto, mas entendê-lo. Assim quando for fazer o resumo o fará com suas palavras e não simplesmente repetir o que estava escrito como se fosse um trabalho de decodificação quando, na verdade, estava falando o que havia decorado.

Você, que está lendo este texto pode se perguntar: Será que isso pode estar acontecendo com aquele aluno? A resposta é sim. Existem pessoas com essa capacidade, porém quando se pede uma interpretação do texto esse tipo de aluno não consegue transmitir o que leu.

Ainda, vale perguntar: esse “saber ler muito bem” está voltado a apenas momentos de leitura em voz alta ou também a outros, como por exemplo, de leitura compartilhada? Ele consegue continuar a leitura de um parágrafo que nunca foi lido em classe? Ele consegue responder a questões sobre o conteúdo do texto lido?

Mais sobre a questão, está um segundo ponto de reflexão: as relações entre ler e escrever. Vale indagar: Será que o aluno não consegue escrever sequer palavras cotidianas, apresentadas e lidas pelo professor e pela turma? Será que “não saber escrever” significa não escrever de acordo com a base alfabética da língua? Será que ele não escreve o que lê ou não consegue escrever qualquer palavra, mesmo que tenha feito a leitura?

Para entendermos como sair desse lugar escuro repleto de interrogações é preciso avaliar o que esse aluno realmente sabe sobre a leitura e a escrita. Nesse sentido, é necessária uma investigação focada em diferentes atividades para auxiliar. Vejamos algumas sugestões:

Leitura de diferentes palavras, mais e menos conhecidas por parte do aluno. O professor precisa ler todas as palavras para ele e verificar se há diferença entre o que ele já costuma ler.

Leitura de textos em prosa, de duas formas: primeiro, com um texto já lido em sala e, portanto, conhecido pelo aluno. Na sequência, com um texto ainda não lido em sala, de modo que o professor possa começar a leitura e, em um parágrafo a escolher, sem localizar previamente (sem apontar, por exemplo), solicitar que ele continue a história;

Escrita de palavras. Escolha algumas das palavras lidas na primeira atividade para solicitar que o aluno as escreva. É interessante escolher algumas que ele conseguiu ler e outras que não conseguiu. Também é importante analisar uma situação de escrita de um pequeno texto, como um bilhete, desde que seja um gênero conhecido pelo aluno.

É isso! Espero que os professores estejam preparados para esse tipo de trabalho. Caso o mestre não tenha essa capacitação nossa educação não conseguirá atingir seu objetivo que é mais tarde colocar no mercado de trabalho uma pessoa efetivamente alfabetizada e com condições de pensar e discernir o melhor para tomada de decisão na sua área profissional.

Porque lutar pela melhoria da educação no Brasil.

nelson_mandela

A educação de um povo é o alicerce mais importante para o desenvolvimento de uma nação e, portanto, é imprescindível que haja um cuidado todo especial do governo com essa área. Somente através da produção de conhecimentos um país cresce, porque forma profissionais que irão possibilitar o aumento da renda do país e melhorar a qualidade de vida das pessoas.

 O Brasil não consegue avançar nesse campo nas últimas décadas. Em tempos idos a educação pública do Brasil já fazia um aluno de primeiro ano sair lendo e escrevendo corretamente. Falo isso de cátedra, porque além de ter sido aluna de escola pública também ministrei aulas em escola pública. Os alunos precisavam escrever e ler corretamente. As provas não eram elaboradas e aplicadas pelas professoras da sala, mas por outra.

As escolas particulares, vendo o rendimento dos alunos das escolas públicas, entraram numa corrida e melhoraram seus quadros de magistério. Em contra partida a escola pública foi sendo deixada para trás pelos governos que vieram a partir dos anos 60/70. Pouco a pouco o padrão caiu. Vieram reformas, mas nada conseguiu dar ao professor da escola pública condições adequadas para desenvolver seus trabalhos. Isto gerou tantos desajustes, que hoje até alunos que não sabem escrever nem ler vão galgando as séries do ensino fundamental, pois precisam terminar o curso fundamental, mesmo sem adquirir base para tal. Reformas totalmente desajustadas com a realidade mundial. A escola (Ensino Fundamental e Médio) e a universidade tornaram-se locais de grande importância para a ascensão social do ser humano, como há de ser o correto, porém a maioria dos alunos das escolas públicas não acompanham esse compasso.

Pesquisas na área educacional apontam que um terço dos brasileiros frequentam diariamente a escola (professores e alunos). São mais de 2,5 milhões de professores e 57 milhões de estudantes matriculados em todos os níveis de ensino. Estes números apontam um crescimento no nível de escolaridade do povo brasileiro, fator considerado importante para a melhoria do nível de desenvolvimento de nosso país. Infelizmente essa assertiva está dissociada da fundamental melhoria na qualidade da educação do brasileiro, é o que facilmente percebemos no nosso dia a dia.

Nada é mais importante do que uma reforma educacional que dê ao professor salário digno e condições de desenvolver seus conhecimentos didáticos para melhorar na carreira e que não permita jamais que um aluno saia do primeiro ano sem saber ler e escrever, pois somente assim ele poderá avançar nos estudos e na compreensão dos textos e de todas as matérias que irá enfrentar no futuro.

Não existe queda no índice de analfabetismo no Brasil. Isso é uma balela. Outro dado importante é a queda no índice de repetência escolar, que tem diminuído nos últimos anos. Isso também é uma quimera. Não se permitindo repetência, possibilita que alunos despreparados cheguem a uma faculdade não sabendo escrever ou ler corretamente. Isso acaba não permitindo ao Brasil melhorar a formação de seus profissionais, tornando-os despreparados para enfrentar mercados de trabalho, cada vez mais voltados ao conhecimento.

Escrever um romance é trabalho duro!  Nós apenas facilitamos.  Muito mais fácil.

Como escrever um romance usando o método do floco de neve

Randy IngermansonEste é Randy Ingermanson,  conhecido em todo o mundo como “o Snowflake Guy” em homenagem ao seu “Método Snowflake” para projetar e analisar romances. Ele escreveu seis romances premiados. Antes disso, havia escrito alguns que nunca foram publicados. Cada história foi difícil de escrever. Mas os romances posteriores foram muito mais fáceis do que os anteriores.

Por quê? Porque um dia percebeu  que era mais simples projetar suas histórias e criar meus personagens ANTES DE escrever seus romances. Dessa forma, ele foi capaz de gastar mais do seu tempo escrevendo sendo criativo e menos do seu tempo escrevendo para que tudo se encaixasse em um design coeso.

Anos atrás, juntou sias idéias  em uma ferramenta organizacional que chamou de  “método do floco de neve” . Isso se tornou a página mais popular do seu site e foi visto mais de seis milhões de vezes. O método Snowflake é usado por romancistas de todo o mundo.

Se você quer saber o  que as pessoas dizem sobre o método Snowflake,  procure no  Google “Snowflake method”. Você descobrirá que algumas pessoas adoram e outras não. Isso porque as pessoas são diferentes. O que não incomoda o autor. O ponto importante é que zilhões de pessoas em todo o mundo usam o método Snowflake, incluindo vários autores publicados.

Um desafio para trabalhar duro

A má notícia  é que o método Snowflake faz você trabalhar. Não nos enganemos que escrever ficção é fácil. Se fosse, todo mundo estaria escrevendo ficção. Escrever um romance é difícil. O método Snowflake ajuda você a organizar suas ideias, mas também faz você trabalhar. Difícil.

O método Snowflake tem dez etapas  que incluem uma ideia de história de alto conceito, uma estrutura de três atos, uma análise detalhada de caracteres, uma sinopse, uma lista de cenas e muito mais. Isso é um pensamento sério que você precisa fazer.

A boa notícia  é que ele criou um software para tornar simples e divertido trabalhar os primeiros nove passos do método Snowflake (tudo menos o passo 10, escrever o primeiro rascunho – você já pode fazer isso em qualquer processador de texto). Ele tem mais de vinte e cinco anos de experiência em escrever software. Então decidiu escrever um programa, o  Snowflake Pro , para fazer as etapas de trabalhar através do método Snowflake uma alegria – pelo menos para para ele.

Adicionou em quatro exemplos  de análises de Snowflake de livros e filmes populares. (Foi com a ajuda da filha Carolyn, graduada em Literatura Inglesa, que o ajudou a escrever esses quatro exemplos de flocos de neve.) Eles estão todos incluídos no  Snowflake Pro :

  • Ido com o vento
  • Harry Potter e a Pedra Filosofal
  • piratas do Caribe
  • Orgulho e Preconceito

Vendo o Grande Quadro

Floco de neve Pro 1 - resumo da história de um parágrafo

Muitos escritores têm dificuldade em  explicar sua história para agentes ou editores. O método Snowflake pede que você defina um resumo de uma frase e, em seguida, expanda-o para uma estrutura de três atos. Isso leva algum pensamento. Isso força você a realmente entender sua própria história.

Entendendo seus personagens

Vários dos passos  do método Snowflake pedem que você defina seus personagens e então os conheça – muito bem. Isso paga dividendos enormes na sua escrita de ficção. Quanto melhor você entender seus personagens, mais real eles parecerão para seus leitores.

Snowflake Pro 2 - Entendendo seus personagens

Alinhando suas cenas

Um romance moderno tem dezenas de cenas  – muitas vezes mais de cem. Gerenciar todas essas cenas é difícil, porque elas cobrem centenas de páginas em seu manuscrito. Uma lista de cenas permite que você veja todas as suas cenas de relance. O Snowflake Pro  facilita a criação e edição da sua lista de cenas. Você pode importar suas cenas diretamente de sua sinopse, editar cenas, movê-las, adicionar novas cenas, excluir cenas que não estão funcionando e estimar a contagem de páginas da sua história. E muito mais.

Snowflake Pro 3 - Sequência de cenas

Criando uma proposta – ao toque de um botão!

Muitos editores e agentes  insistem em receber uma proposta de livro para o seu romance. Não há nada complicado sobre uma proposta. Ele mostra uma parceria de negócios sugerida entre você e um possível editor, explicando os riscos e as recompensas da publicação do seu romance.

As boas notícias?  Muitas das peças de uma proposta de livro são, na verdade, etapas do método Snowflake.

Então ele adicionou um passo bônus no Snowflake Pro . Isso não faz parte do método Snowflake; é apenas um pouco de guloseima como um recurso extra porque  tinha todas as informações necessárias:

Ao pressionar um botão , o  Snowflake Pro  escreverá o esqueleto de uma proposta de livro para o seu romance. Se você fizer todos os seis primeiros passos do método Snowflake, todos eles irão direto para os lugares corretos em sua proposta. Se você pular etapas, tudo bem – o  Snowflake Pro  deixará espaços vazios em sua proposta, com instruções sobre como preenchê-las.

O Snowflake Pro  também escreverá em espaços vazios para coisas como sua análise de mercado e plano de marketing que NÃO fazem parte do método Snowflake – junto com algumas sugestões inteligentes sobre como preencher essas partes essenciais.

Basta pressionar esse botão  e o  Snowflake Pro  salvará o esqueleto de sua proposta como um arquivo RTF no disco rígido – pronto para ser carregado em qualquer processador de texto, onde você poderá preencher todos os detalhes. (Arquivos RTF são universais. Todos os processadores de texto podem lê-los.)

Se você já tentou escrever uma proposta de livro , sabe que a parte mais difícil é apenas começar. O que deve entrar e o que não deve? Como você formata isso? Como você sabe se está fazendo certo?

Não fique paralisado pela incerteza . Randy Ingermanson ama escrever propostas. Já escreveu inúmeras. Um dos seus ex-editores ensina “como escrever uma proposta” em conferências o tempo todo, usando uma proposta antiga que ele vendeu para ele anos atrás.

Com o uso do o Snowflake Pro dá para começar a usar  sua proposta. E, em seguida, use todas as dicas práticas que o  Snowflake Pro  incorpora na proposta para guiá-lo no polimento de alto brilho.

Proposta Pro Snowflake

Sua licença

Ao comprar o Snowflake Pro , você compra uma licença para executá-lo em até cinco de suas próprias máquinas pessoais. Se você tem um laptop e um computador de mesa e possui outros computadores que seu cônjuge e seus filhos usam, você está licenciado para instalar e executar o  Snowflake Pro  em todos eles. Sim com certeza. Essa é uma licença muito permissiva. Em troca disso, é importante que você não pirateie o  Snowflake Pro . Todos temos que fazer a coisa certa; por isso agradece antecipadamente por você fazer a coisa certa por ele.

O Snowflake Pro será executado no seu computador?

Randy Ingermanson escreveru o Snowflake Pro  em uma linguagem chamada Java, que roda em qualquer laptop moderno ou computador desktop executando Mac, Windows ou Linux. Se o seu computador era novo nos últimos seis anos, você deve ser capaz de baixar o  Snowflake Pro , instalá-lo e executá-lo. O trabalho de Randy Ingermanson foi duro com sua equipe de testadores para tornar todo o processo o mais simples e livre de erros possível. Veja os Requisitos do Sistema abaixo. Se não conseguir que o  Snowflake Pro  funcione em pelo menos um dos seus computadores, ELE LHE DEVOLVE SEU DINHEIRO

Requisitos do sistema:  15 MB de espaço no disco rígido. Java versão 1.5 ou posterior.

(Java vem instalado na maioria dos computadores modernos. Se não estiver pré-instalado em sua máquina, você pode obter Java GRÁTIS no site oficial do Java aqui .) Aqui estão os sistemas em que a equipe de testadores testou o  Snowflake Pro  :

  • No Windows XP ,  é bom.
  • No Windows Vista ,  Windows 7 ,  Windows 8 ou Windows 10 ,  é extremamente bom.
  • Em um Mac , ( Tiger ,  Leopard ,  Snow Leopard ,  Leão ,  Leão da montanha , Mavericks ,  Yosemite, El Capitan, Sierra, ou High Sierra ),  está excepcionalmente bom.
  • No Linux ,  você tem alguma distribuição recente com o Java instalado,  é bom.

Por favor, note que tablets e telefones não são laptops ou computadores desktop. Snowflake Pro não executa em um iPad, iPod, iPhone, Blackberry ou dispositivo Android. 

Upgrades gratuitos para a vida. Sem brincadeiras!

Quando você compra o Snowflake Pro , está comprando todas as atualizações futuras que Randy Ingermanson já fez. Como parte do processo de compra, você  fornecerá seu endereço de e-mail. Seu sistema enviará um e-mail sempre que houver um upgrade do  Snowflake Pro .Isso é para  corrigir um bug, adicionar um novo exemplo do Snowflake,  adicionar um novo recurso para tornar o  Snowflake Pro  ainda mais poderoso ou mais fácil de usar, você receberá a atualização. Quase instantaneamente pela internet. Livre.

Randy Ingermanson é romancista  e pretende usar o  Snowflake Pro  em todos os romances que  escrever a partir de agora. Então você pode apostar suas tulipas que ele vai fazer isso funcionar tão bem quanto possível, tão facilmente quanto possível, e tão confiável quanto possível. Ele é um perfeccionista e quer que seu software funcione perfeitamente. Tem muito mais controle sobre o  Snowflake Pro  do que sobre aquele processador de texto miserável e desajeitado que comprou de You-Know-Who.

É por isso que o Snowflake Pro  está disponível apenas como um download eletrônico. Ele não envia um CD para você. Você faz o download do  Snowflake Pro  pela internet. Dessa forma, sempre que houver uma nova atualização, o sistema enviará um e-mail solicitando que você baixe a versão mais recente. Esse tipo de política de atualização não seria econômico se ele distribuísse o  Snowflake Pro  em CDs. 

Aqui está o que você ganha no Snowflake Pro

Aqui estão algumas das principais coisas que  você obtém no  Snowflake Pro :

  • Uma forma fácil  de trabalhar em cada uma das principais etapas do método Snowflake:
    • Seu enredo de uma frase . Esta é a sua ferramenta de vendas mais poderosa para vender o seu livro.
    • Seu resumo de um parágrafo . Se alguém perguntar sobre sua “estrutura de três atos”, é isso em um parágrafo. Memorize antes de falar com editores ou agentes.
    • Sua informação chave do personagem . As histórias de cada personagem, ambição, epifania e outras informações cruciais. Se você não entende seus personagens, é porque você ainda não fez as perguntas certas.
    • Uma sinopse de uma página . Crescer isso naturalmente a partir do seu resumo de um parágrafo. Esta é a sua linha de base para criar a sinopse que você precisará para seu editor algum dia.
    • Esboços de personagens . Estes são ótimos para inserir diretamente em uma proposta, porque os editores adoram ficção voltada para personagens.
    • Uma sinopse de quatro páginas . Expanda isso a partir da sua sinopse de uma página. Com isso em mãos, você saberá todas as curvas importantes da sua história.
    • Bíblias de personagens . É aqui que você salva todos os detalhes incômodos de que precisa para escrever caracteres tridimensionais. Cuide dos detalhes e seus personagens cuidarão de você.
    • Uma lista de cenas . Você pode conseguir isso rolando importando uma de suas sinopses, então ajuste-a para ter uma visão geral de cada cena em seu romance. Isso torna a reorganização de cenas em seu romance uma brisa. Inclui uma projeção de contagem de palavras para que você possa estimar quanto tempo seu romance será.
    • Detalhes da cena . Qualquer informação perdida que você precisa para cada cena vai aqui. Não perca essa informação! Coloque onde você não pode perder.
  • Ajuda de áudio em cada etapa do floco de neve . Se você é um aprendiz de áudio, isso ajudará a bloqueá-lo na sua memória.
  • Ajuda de texto em cada etapa do floco de neve . Se você precisa ver as palavras, esta é para você.
  • Quatro exemplos de flocos de neve para mostrar como é feito:
    • Ido com o vento
    • Harry Potter e a Pedra Filosofal
    • piratas do Caribe
    • Orgulho e Preconceito
  • Um botão para criar o esqueleto da sua proposta . Clique nesse botão e o  Snowflake Pro  gravará um arquivo RTF que contém o núcleo de uma proposta. Não fique paralisado por dúvidas sobre como escrever uma proposta.
  • A sabedoria acumulada  de mais de 20 anos de um romancista publicado o gabarita a dizer que seu método e seu programa são eficazes. Já publicou seis romances. Ganhou cerca de uma dúzia de prêmios. O método Snowflake contém o que ele acredito ser essencial para escrever ficção. E

O problema?

Não existe tradução para o Português até o momento. Precisamos aguardar que Randy Ingermanson faça a tradução do programa para que os brasileiros possam adquiri-lo.

Amor Infinito

Amor-Infinito

Hoje, ao levantar, pensei: O que escreverei hoje aos meus leitores? – Terá que ser algo que chegue ao coração de cada um , algo que saia diretamente do meu. Só acredito na escrita que seja verdadeira. Aquela que acreditamos e que possa auxiliar nosso próximo em alguma coisa. Escrever mazelas é simplesmente se entristecer novamente e mortificar quem lê. Melhor ficar quieta, porque a vida não é isso. Ela é bela na essência, basta olhar para o sol que envereda pela minha janela e clareia meu espaço de escrita. As flores que plantei nas floreiras de meu jardim e que agora sabem que é primavera. Apenas isso já alegra meu dia e tenho certeza você também imaginará ou terá o seu sol e suas flores colorindo seu dia.

Meu olhar interior já divisa mais adiante as belezas que virão do lançamento de um próximo livro de romance. Fico feliz e decido contar a vocês um pouco do que virá pela frente. Será um romance diferente daqueles que escrevo normalmente. Este terá muita doçura porque fala de um amor que atravessa vidas e mais vidas. São dois seres que se desencontraram em vidas anteriores e agora lhes foi dado o dom de ficarem juntos, porque não machucaram parceiros com quem viveram em vidas passadas. Acho que esse deve ser o prêmio daqueles que souberam aprender com lições por vezes não tão felizes e nem tão fáceis, mas que lhes deram força para acreditar no futuro. É isso que pretendo passar a cada um que for ler meu livro. O  título? Ainda não decidi, mas imagino que deva ser algo como Amor Infinito, não sei ainda. Quem sabe vocês possam me ajudar? Vou esperar algum auxílio de cada um. Cabeças pensam melhor

Dica de Escrita Criativa

O artigo não é meu, mas achei interessante repassar a meus leitores. Sempre aprendemos um pouco mais, em especial aqueles que escrevem.

“A pesquisa para a escrita de narrativa longa

Caco Belmonte

Todos podem aprender a ler e a escrever

Existem alguns processos essenciais na produção de uma narrativa longa. Um deles é a pesquisa que antecipa a escrita. Muitos autores não sabem por onde começar, ou de que forma essa pesquisa deve ser feita. Para esclarecer essas dúvidas, Caco Belmonte irá ministrar o curso “A pesquisa para a escrita de narrativa longa” neste sábado (25), às 9h, na Metamorfose Cursos.

Caco é jornalista. Trabalhou em veículos de comunicação e assessoria institucional. Cursou a Oficina de Criação Literária da PUCRS em 1992 e participou de diversas coletâneas. Em 2004 lançou seu irreverente “Contos para ler cagando”, na Festa Literária Internacional de Parati (Flip), e em 2006 lançou “No Orkut dos outros é colírio”. Com a novela Lambuja (2017), estreou em narrativas longas. Atualmente, escreve um romance histórico ambientado em 1820, intitulado “Balázio”, que prevê dois anos de produção textual e consumiu um ano de trabalho em pesquisas. Atua também como ghost-writer.

Na entrevista abaixo, Caco discorre sobre a pesquisa para a narrativa longa, qual sua importância, se tem um tempo determinado de duração, por onde começá-la, além de relacionar a sua formação de jornalista com sua experiência em pesquisas. Confira:

Luísa Tessuto: Todo romance precisa de uma pesquisa prévia? 

Caco Belmonte: Em literatura não existe verdade absoluta. Ouvi isso de um autor consagrado, numa das inúmeras vezes em que recorri à experiência alheia, buscando orientações sobre o fazer literário, seus labirintos e armadilhas. Érico Veríssimo era um “engenheiro” nos bastidores da criação. O Tempo e o Vento, a saga, foi totalmente planejada antes dele iniciar o trabalho “braçal” de construção e desenvolvimento dos volumes. Ao escrever, portanto, sabia de antemão tudo o que aconteceria durante a narrativa. Chegara, inclusive, à minudência de reproduzir em papel o mapa mental que traçara da “cidade cenográfica” de Santa Fé. Tintim por tintim.

Luísa: Existe um tempo determinado para que uma pesquisa seja eficiente para a produção de uma narrativa longa? Ou não existe pesquisa pequena/grande demais? 

Caco: O tempo de duração da pesquisa é subjetivo e pressupõe o que fora estipulado durante o planejamento, no esboço de rascunho, síntese ou anteprojeto, se houver maior preocupação com a excelência do trabalho. Escrever. Apagar. Editar. Tarefas cujo processo foi agilizado pelo desenvolvimento tecnológico. O horizonte é o mesmo para todos, cores e perspectivas variam por motivos individuais. Escritor habilidoso é um sniper da vida alheia, acostumado a ampliar os detalhes à distância. Não existe ficcionista mais capaz, em termos de criatividade, do que as circunstâncias e situações oferecidas pelo cotidiano. Tudo passa pela habilidade de reproduzir esses conteúdos de forma literária. Desconheço autor bem-sucedido que não seja um paciente observador. Ao prestar atenção nas coisas, já estás pesquisando.

Luísa: Depois de ter a ideia, por onde começo a minha pesquisa? 

Caco: Isso nós vamos esmiuçar durante o encontro, eleger as prioridades cabe ao escritor. A construção das personagens também exige pesquisa. Pode ser um ponto de partida relevante. As mães reconhecem e sentem os filhos mesmo antes do nascimento, ainda no ventre materno. O autor também precisa conhecer a seus filhos como uma mãe, porque somente ela tem a capacidade de capturar a essência da alma dos rebentos desde a barriga.

Luísa: Qualquer pessoa tem capacidade para fazer uma pesquisa de boa qualidade para a produção de uma narrativa longa? 

Caco: Sim. Contudo, ao ampliar os horizontes e responder a essa pergunta objetiva, também avanço pelo campo da subjetividade. A resposta não é tão fácil como parece. Numa obra hipotética, por exemplo, um tomo 500 páginas que serão lidas em algumas horas, distribuídas ao longo dos dias, talvez durante alguns meses, conforme o ritmo de cada leitor, com certeza houve planejamento e trabalho braçal em pesquisas de toda ordem. É disso que vamos tratar no encontro, as possibilidades do “historiador” literato.

Luísa: Como jornalista, acredita que a sua formação profissional ajude na realização das pesquisas? Se sim, em que sentido? 

Caco: Certamente que sim. O cacoete do jornalista agrega valor ao ofício. O baque da perspectiva. Ando pelas ruas em busca do detalhe que escapa por ordinário. Comumente desprezado, embora inserido à paisagem urbana. A cidade é uma aula de história a céu aberto. Laboratório de percepções. Garimpo invisível à maioria, ocupada em administrar a azáfama que se impõe rotineira. Para mim, esse olhar vagabundo é oxigênio na ficção. O estranhamento é quem nos açula (sem conflito, não existe literatura possível). Sempre escrevi, desde muito cedo. Aos vinte anos já tinha feito a Oficina de Criação Literária da PUCRS. Ainda na faculdade, no início dos anos 90, fiz a grande opção profissional da minha vida: consolidar uma carreira no jornalismo e fazer dela um suporte à literatura.

Luísa: No seu trabalho como ghost-writer você utiliza as mesmas técnicas de pesquisa dos seus livros autorais? 

Caco: Sim, a única diferença são as metas finais de resultado. Conforme o objetivo, encontro os caminhos possíveis para os alicerces na engenharia da criação. Assimilo material bruto e o processo, reviro e futrico. Do mexe-remexe, emerge um novo contexto. Essas modulações de tom exigidas à adaptação emprestam a verossimilhança perseguida pelo “demiurgo” que, eventualmente, transmite confiança ao leitor, ou espectador, que responde com empatia à mensagem. A mesma sequência, captada sem o viés literário do escritor, ou longe da imagética dos roteiristas e diretores de cinema, seria um quadro fugaz na imensidão da individualidade coletiva. O paradoxo do deserto povoado. Até onde a vista alcança, tempestades de areia. Pretensioso, soprar em direção contrária.”

Crônica da Alegria

escrever e uma alegria

Sinto-me feliz hoje. O sol veio com toda a sua claridade dourada aquecer nossos corações. O meu está aos pulos. Sinto um vigor da juventude. Não sei por que quando estamos muito felizes nos lembramos da juventude. Creio que porque nossos sonhos eram ideais. Poque sonhávamos poder obter da vida todas as benesses possíveis. E, hoje, o fato do sol nascer brilhante me exultou de felicidade.

Claro que poetas, filósofos, e não sei mais quem dizem que a alegria depende da felicidade que estamos vivendo. Ora, eu estou feliz e alegre por causa do sol.  Pingos os d`água caíram a semana passada, deixando o céu sobre a bela cidade de Curitiba, cinzento. Nada era agradável e estava me deixando feliz. Tudo a minha volta estava bem, mas o cinza e os pingos de chuva incessante e o inverno não me agradavam. Meu humor já não ia bem. E… não era TPM, porque já vai longe a época dessa irritante situação. Estou livre. Exato! A alegria me invade o peito e meus sonhos mais belos parecem realizados. Tudo vai dar certo, até meu livro que está sendo revisado por meu agente literário ficará mais literário. A vida sorri, quando o sol brilha carinhosamente aquecendo meu corpo e me dando inspiração para continuar a escrever o próximo livro. Sei que sou ansiosa. Não lancei este e já estou escrevendo outro. Mas, sabe… eu levo pelo menos um ano escrevendo e, assim, preciso voltar a trabalhar, enquanto aquele que não está em minhas mãos para ficar mudando e melhorando frases para meus leitores fugiu para mãos alheias (do meu agente, claro).

Eureca! Descobri. O fato de ter sol me dá inspiração e cá estou eu teclando freneticamente meu novo livro. As palavras saem pulando do meu cérebro para o papel. Sinto uma alegria inefável. Nada me causa tanto ardor e paixão do que escrever. Estou feliz e alegre ao mesmo tempo. Parece que esta duas palavras se casam com perfeição.

Obs.: Se você curtiu este post, por favor clique no curtir para aparecer na página. Tenho entrado em várias páginas de amigos e vejo que muitos tem inúmeras pessoas curtindo. Eu sempre, quando aprecio deixo o meu curtir. Espero por você.

A Terra é Azul – 2. Capítulo

  1. Yuri Gagarin

YURI-AGARIN

Ao se aperceber naquele ambiente fantástico, completamente fora de seu raciocínio científico, lembranças borbulhavam em seu cérebro, numa fugidia esperança de estar sonhando.

Quando era muito pequena formulava pequenos versos e os espalhava pela casa, onde o pai ou a mãe pudessem acha-los. Deram-lhe livros de Monteiro Lobato para ler. Gostou, porém não eram daquelas histórias que gostaria de falar. Olhava os céus e se imaginava voando pelas estrelas, onde encontrava mundos diferentes. Seres diferentes, com linguagens diferentes, mesmo não conseguindo captar-lhes o significado. Ficava feliz nesses espaços. Era como se fizesse parte do Universo.

Ao ler numa revista a viagem de Yuri Gagarin ao espaço, teve um acesso de choro, misturado com alegria. Parou sobre as frases pronunciadas por aquele homem: “A Terra é azul”. Lembrava-se nitidamente que foi naquele 12 de abril de 1961, que Yuri Gagarin tornou-se o primeiro homem no espaço a completar uma órbita terrestre e anunciado ao mundo a cor do Planeta.

Colou a reportagem em seu diário, com a figura de Yuri Gagarin: “O cosmonauta da ex-União Soviética, Yuri Gagarin, ficaria conhecido mundialmente como o primeiro homem a viajar no espaço.

A partir do Cosmódromo de Baikonur, no Casaquistão, a nave Vostok 1 decolou para o seu primeiro e único voo espacial e pouco depois da decolagem, a 327 quilômetros de altura, Yuri Gagarin, via rádio, revelava a todos os seres humanos a cor do Planeta: ”A Terra é azul!”.

Foi a exclamação do primeiro homem a ver o nosso planeta do espaço. Um pequeno voo de 108 minutos, o suficiente para que Gagarin se tornasse, aos 27 anos, herói nacional e, mais tarde (após a Guerra Fria), uma figura internacional. “Foi só uma órbita, mas foi o primeiro passo”, chegou a dizer, e tinha razão, porque a caminhada não mais parou e estava aberta a corrida ao espaço. Foram os 108 minutos que mudaram o Mundo.”

Passou a admirar aquele homem durante toda a vida. A mãe não entendeu a reação. Por que uma garota de dez anos chora por uma descoberta, apesar de importante para a humanidade, tão longe da realidade em que viviam?

A garota passou a viver em transe e procurava tudo que pudesse ser escrito sobre ele e sobre o espaço. Recortou reportagens, fez colagens, escreveu suas emoções e o que pensava sobre a descoberta para o mundo. Seu corpo tremia, como se já tivesse vivido uma experiência semelhante. Pensou em seus devaneios sobre outros mundos e já se imaginava viajando pelo espaço. Era isso que faria quando crescesse.

Apresentou certa vez um trabalho escolar sobre todas as viagens fora da Terra que os astronautas já tinham feito. Chegou até a falar com o professor de português que tinha certeza de que um dia encontraria um novo mundo e todos os humanos poderiam viver nele, em paz. O professor achou graça da capacidade de imaginação daquela adolescente.

— Você deveria ser escritora. Com essa imaginação tenho como certo que

alcançará sucesso. Exercite os ensinamentos sobre literatura que tivemos nestes últimos meses. Você tem o dom da escrita.

Ela olhou o professor Marenda e ficou agradecida pelos elogios. Cecília já o admirava, mas naquele momento ele conseguiu erguer sua autoestima. Sentia-se um tanto deslocada entre os colegas. Todos a chamavam de gordinha numa época em que Mary Quant criou a minissaia, um símbolo que iria acompanhar a juventude rebelde dos anos 60, da qual fazia parte. Era a data da tesourada que a estilista um dia deu no vestido da famosa manequim Twiggy, provocando um impacto tão grandioso, chocando os padrões da época e mudando completamente a visão e a conduta da juventude.

Nessa história ela ficou de fora. Enquanto Twiggy lançava a modelo magérrima e com os cabelos curtos e lisos, ela era gordinha e tinha os cabelos mais crespos do mundo.

Receber um elogio, mesmo que ao seu intelecto, diante de toda a classe, foi a glória para Cecília.

Porém, quando o professor começou a ler um poema, ela ficou aterrada. Seu rosto gorducho de maçãs vermelhas foram ficando roxas, pois percebeu que todos iriam saber que aquele era o “seu poema”.

Na verdade nele estava implícito sua paixonite por um novo engenheiro recém-chegado na cidade e a quem ela dedicara o poema. Ele tinha 26 e ela 14 anos.

Seu poema era uma declaração de amor!