Uma opinião para a melhoria do sistema previdenciário brasileiro

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Um novo sistema de aposentadorias poderia mudar o destino do benefício futuro tanto da iniciativa privada como dos servidores públicos.

A contribuição patronal é a principal fonte de financiamento da Previdência Social, respondendo por significativa parte da receita. Isto funciona como uma repartição de lucros entre os empregados e servidores públicos, portanto impossível de ser retirada ou diminuída.

Somada a essa contribuição o valor da contribuição de cada empregado, a arrecadação tende a aumentar.

O projeto seria baseado no modelo de contas individuais de capitalização. Não há como deixar de fora a participação de empresas privadas no negócio, nem do Governo, quando empregador, posto que será preciso continuar a custear as aposentadorias já estabelecidas.

Para as futuras aposentadorias as contas individuais funcionarão como uma espécie de caderneta de poupança compulsória, com juros reais, que o Sistema Bancário precisa contribuir, em vista da necessidade do crescimento do montante. Mas, em vez de serem administradas por empresas privadas, as contas serão controladas pelo Estado.

Essas contribuições para o novo sistema serão capitalizadas. Deverá ter uma taxa de remuneração que se coadune com a realidade do país, e ajudarão a bancar o pagamento dos atuais aposentados e a cobrir o custo de transição dos trabalhadores que já estão no mercado de trabalho.

Se as contribuições previdenciárias, que somam muito além de R$ 40 bilhões por ano, fossem desviadas para um novo sistema privado, o governo não teria como financiar o pagamento de benefícios dos atuais aposentados.

Ficando o governo só com as despesas, o resultado seria um rombo ainda maior nas contas públicas, algo impensável para uma administração que prepara medidas de contenção de despesas.

Nesse cenário a situação fiscal seria outra. A dívida pública ainda precisa ser controlada, mas não em detrimento aos trabalhadores do Brasil. O Governo pode pensar em emitir títulos públicos para lastrear a transição. O sistema atual é insano.

A contribuição patronal, que chega a atingir 22% do valor total da folha de salários, segundo pesquisa, precisa continuar para que o empregado não perca seu poder de sobrevivência.

Esse sistema abrange o custo da transição do atual sistema de repartição simples para o novo modelo. Atualmente as aposentadorias são pagas com o dinheiro das contribuições dos trabalhadores ativos. Uma insanidade.

Esse modelo de contribuição dos trabalhadores somada à contribuição patronal bancaria os benefícios dos aposentados (como no sistema de repartição atual), e a capitalização vincularia o valor dos benefícios ao valor das contribuições efetivamente pagas pelo trabalhador e pela empresa, com juros reais corrigidos.

Essa regra básica seria a grande inovação do sistema e o que permitiria ao governo equilibrar as contas da Previdência Social a longo prazo.

Embora a regra de capitalização seja a mesma, os dois grupos: empregados privados e servidores públicos ainda teriam regimes diferentes de aposentadoria.

A adesão ao novo modelo de Previdência será compulsória e a percentagem do trabalhador tanto estatal, quanto privado, seria estipulada em cálculos que visem o futuro.

Lógico que não sou economista, mas a ótica que me parece mais lógica é essa. Quem de direito deverá compor todas as contas orçamentárias e honestamente perceber que esse é o melhor caminho com a plena melhoria desta opinião.

O tempo não tem volta

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Interessante como temos uma visão equivocada sobre a vida e nosso papel dentro desse espaço físico que é o viver. Anos passam e somente com a maturidade aprendemos coisas que nos seriam de grande valia para evitar erros. Muitos de nós gostaríamos de voltar no tempo e poder aplicar os ensinamentos recebidos. Ocorre que o tempo não para, ele segue indiferente às nossas emoções, nossas decepções conosco e com outras pessoas.

Para mim, os dias agora têm grande valor. Desde o levantar me comprometo a ser melhor do que ontem.

Quando estou doente, com alguma dor, agradeço a Deus porque estou viva e ainda tenho tempo para modificar situações nas quais possa interferir. Quando foge ao meu alcance a solução de algum problema, deixo nas mãos do Divino.

Anteriormente, na época em que era mais nova, tinha muito medo da vida, tinha medo de não vivê-la, de errar muito e não conseguir consertar.

Com a maturidade percebi que o céu apresenta tempestades, os caminhos são recheados de percalços, porém a solução vem.

Então conclui que só é digno do pódio quem usa as derrotas para alcançá-lo. É necessário ter sabedoria para usar lágrimas e irrigar o solo ressequido pela incompreensão de muitos, principalmente os mais próximos. A dignidade da sabedoria é transformar isso em aprendizado.

Somente os frágeis usam a força; os fortes, a inteligência. Para tanto aprendi a usá-la melhor. A inteligência emocional é a força motriz para uma vida mais pacífica e de esperança.

Tornei-me uma sonhadora, mas de sonhos com disciplina, pois sonhos sem disciplina produzem pessoas frustradas. Descobri que podemos entender as situações mais complicadas se houver esperança e amor dentro do coração.

Resolvi aceitar o que não posso modificar e lutar pelos meus princípios e pelo que amo. Não aceito mais imposições de conceitos que violentem minhas emoções.

Luto pelo que amo, respeitando sempre o espaço do outro. A vida ficou mais leve, o coração mais cheio de esperança e aprendi a caminhar sem tropeçar tanto.

Uma história de amor

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Eu e você, não somos tão complicados. Não é difícil perceber. Mas, quantas vezes desistimos de nosso amor, somente porque ele nos parecia difícil, ou pensando ser impossível transpor barreiras tão fáceis de ultrapassar…

Quantas vezes desistimos de nós, do nosso carinho. Uma vez era eu com minha dor, por uma separação causada por você. Outra vez era você, vendo fantasmas onde nada existia. Ouvindo amigos loucos para nos separar.

Quantas vezes deixamos de lado nossos sentimentos e nos atiramos a procurar novos amores em detrimento da beleza que já havíamos encontrado em cada um de nós.

Seja porque a rotina tomou conta de nossas vidas, ou porque cansamos de regar a semente do amor, tentamos a procura de um novinho em folha.

Como se esse, com cheiro de novinho, cheio de novas possibilidades, novos papos, nova paixão, fosse a coisa mais importante de nossas vidas.

Esquecemo-nos de nossos olhares, nossa cumplicidade, nossa história de vida?  Daquele amor que tanto lutamos para acontecer para sempre. Com quem nos identificávamos, de quem fomos cúmplices, amigos, e amantes? Preferimos desconhecidos que nos contaram histórias nem tão reais, nem tão românticas, como queriam fazer parecer. Sedutores que nos roubaram a candura e a inocência de um amor verdadeiro.

Ainda não sei por que o ser humano se cansa assim do amor antigo, criando monstros que não existem e parte para novas conquistas. Não sei se é uma questão de mostrar que se é livre, ou ainda mostrar que se é dono do próprio nariz, ou talvez resgatar uma autoconfiança que evaporou com o tempo. Quem sabe a busca da juventude, num vampirismo inócuo.

Na verdade procuramos em outras pessoas a mesma coisa que tínhamos no relacionamento anterior, talvez melhorada, mas queremos que a outra pessoa seja como foi o anterior. Chegamos a insistir para que queira sair para o mesmo barzinho, que goste das mesmas músicas que curtíamos com o velho relacionamento, escrevemos as mesmas coisas e esperamos que este novo responda da mesma maneira, com a mesma emoção e não deixamos por menos, caso não aconteça assim, logo nos desfazemos deste novo amor, pensando que a culpa é dele.

No entanto, no fundo sabemos que o que procuramos era aquilo mesmo que tínhamos, ou que está dentro de nós mesmos, que o velho amor sim é que nos entendia. Às vezes temos possibilidade de voltar e reacender a velha chama, mas isso não acontece sempre…

Tenha a coragem maior que o medo

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A vida é como uma câmera. Foque no que é importante, capture bons momentos, desenvolva a vida a partir dos dados negativos. E, se as coisas não derem certo, não desista, tire outra foto.

Sem sonhos, a vida não tem brilho. Sem metas, os sonhos não têm alicerces. Sem prioridades, os sonhos não se tornam reais. Sonhe, trace metas, estabeleça prioridades e corra riscos para executar seus sonhos. Melhor é errar por tentar do que errar por omitir.

Que a coragem seja maior que o medo e que a força seja tão grande quanto a fé.

Lembre-se sempre: no ontem você era inteligente, queria mudar o mundo. No hoje aprendeu a ser sábio, mudando a si mesmo.

A máxima ser feliz é ter uma vida perfeita é uma falácia. Mas deixar de ser vítima dos problemas transforma qualquer um no autor da própria história.

A vida é curta. Quebre as regras, perdoe rapidamente, beba lentamente, ame verdadeiramente, ria incontrolavelmente e nunca se arrependa de nada que o faça sorrir!

Um dia você ainda vai olhar pra trás e ver que os problemas eram, na verdade, os degraus que o levaram à vitória.

Dificuldades preparam pessoas comuns para destinos extraordinários. Que não falte fé, esperança, coragem e disposição para correr atrás de seus objetivos.

O azar morre de medo de pessoas determinadas. Quando faltar sorte, faça sobrar atitude…

Quando pensar que já chegou ao limite, descubra que é aí que os vitoriosos dobram forças para ir além. No final, sempre dê risada. Não largue pelo caminho a estranha mania de ter fé na vida. Sorria para vida e ela sorrirá para você.

Dizem que a vida é para quem sabe viver, mas ninguém nasce pronto. A vida é para quem é corajoso o suficiente para se arriscar e humilde o bastante para aprender.

Mesmo quando tudo parece desabar, cabe a você decidir entre rir ou chorar, ir ou ficar, desistir ou lutar, porque no caminho incerto da vida o mais importante é o decidir.

Se você seguir em frente espalhando coisas boas por onde passar, a vida se encarrega de trazer outras melhores ainda.

Tente uma, duas, três vezes e se possível tente a quarta, a quinta e quantas vezes for necessário. Só não desista nas primeiras tentativas, a persistência é amiga da conquista. Se você quer chegar aonde a maioria não chega, faça o que a maioria não faz.

Não desista de nada só porque é difícil. Pois o que é difícil de se conquistar, também é difícil de se perder!

Sempre tenha em mente que pode ainda não ter chegado onde queria, mas está mais perto do que ontem.

Se for pra desistir, desista de ser fraco.

A convivência dos avós com os netos agora é lei

 

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Foi sancionada a Lei nº 12.398/2011 que estende aos avós o direito à convivência com os netos. A lei acrescenta parágrafo único ao artigo 1.589 da Lei nº 10.406/2002 do Código Civil, e dá nova redação ao inciso VII do artigo 888 da Lei 5.869/1973 do Código de Processo Civil.

O parágrafo único acrescentado ao art. 1.589 do Código Civil/02, diz o seguinte: O direito de visitas estende-se a qualquer dos avós, a critério do juiz, observados os interesses da criança ou do adolescente.

O inciso VII do art. 888 do Código de Processo Civil, traz a seguinte redação: A guarda e a educação dos filhos, regulado o direito de visitas que, no interesse da criança ou do adolescente, pode, a critério do juiz, ser extensivo a cada um dos avós.

Foi em boa hora a aprovação desta lei regulamentando o direito de visita aos avós, e poder assim, conviver e participar ativamente, da vida dos netos. É importante que se registre que os tribunais brasileiros já vinham concedendo, aos avós, o direito de visitas aos netos. Contudo, alguns magistrados de primeiro grau, ainda não conferiam essas visitações, sob a argumentação de que não havia previsão legal para tanto.

O que se constata na prática, é a fixação e regulamentação das visitações, somente, em favor dos genitores, ficando os avós completamente esquecidos e à margem deste novo cenário na vida dos descendentes.

Na visão dos atores envolvidos nesses processos de conflitos familiares, fica muito claro que a continuidade dessa convivência entre avós e netos, é de extrema importância na formação da personalidade dos pequenos.

É sabido que a modernidade vem alterando a concepção tradicional da família contemporânea, como sendo um espaço de convivência entre pais, filhos, padrastos, irmãos, meio-irmãos, avós, etc., principalmente, quando a dependência econômica e emocional mudaram os laços e os ambientes familiares, cada vez mais filhos permanecem na casa dos pais e acabam criando seus filhos na companhia destes, formando, assim, uma família ampliada, onde os avós têm o papel de segundos pais.

Portanto, nada mais coerente e prudente que, com a separação dos genitores, os avós, tanto maternos, quanto paternos, continuem a conviver normalmente com os netos.

Aduz lembrar que os avós há muito vêm sendo obrigados pelas decisões judiciais a prestarem alimentos aos netos, ainda, que de forma subsidiária, ou seja, para complementar a pensão alimentícia paga pelos genitores, via de regra, o pai biológico.

Logo, a recíproca deve ser verdadeira, pois se os avós têm a obrigação de sustento, (art. 1.698 Código Civil/02), nada mais justo, que agora tenham também, conferidos a seu favor, o direito de convivência, salutar e imprescindível para o bom desenvolvimento psicossocial dos netos.

É certo afirmar que a manutenção de laços com a família mais ampliada, trará incontáveis benefícios à educação e ao bom desenvolvimento da criança e do adolescente, contribuindo, inclusive para minorar os efeitos nocivos naqueles casos em que se faz presente a alienação parental.

Creio ser de bom alvitre que os pais atentem para essa disposição legal e não abusem de seu poder de guarda para cometer a alienação parental. Isso não só estará trazendo consequências nocivas para o desenvolvimento emocional da criança, como também, consequências futuras para um bom relacionamento entre os pais e os filhos que se viram privados da convivência com os avós e com seus meio-irmãos.

A raiz de nossos problemas está na falta de amor

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Não o amor que vem dos outros, mas o que falta dentro de nós. Se continuarmos a imputar aos outros a falta de amor e compreensão pelos nossos atos, a consequência será a permanência de respostas negativas e falta de melhorias em nossas vidas. Não podemos delegar aos outros o papel que nos cabe: que é construir um ambiente seguro e feliz para nossas vidas e para aqueles que nos rodeiam, principalmente os mais próximos como pai, mãe, irmão, filhos, tios, avós. Nossas escolhas precisam ser conscientes do nosso papel como indivíduo único e necessário para cumprir com nosso dever de doar nosso amor plenamente. Ah! Mas eu não me sinto amado, você poderá dizer. Pois eu lhe digo: E o que você fez ou ainda faz para mudar essa situação. Como você conquista a confiança, o carinho e a bondade de seu próximo? Querermos algo que não damos, não há como requerer isso de volta. A Lei da Causa e Efeito é uma lei universal. Não há ninguém capaz de muda-la. A natureza é assim. Ou entendemos a natureza e nos comportamos como verdadeiros seres humanos, ou então receberemos dela o resultado daquilo que plantamos.
Muitas são as pessoas que, em comum, buscam soluções para os mais variados problemas, seja nos casamentos, na falta de expectativa com a vida, em relação às frustrações e às dificuldades nos relacionamentos de forma geral – com os filhos, a família, os líderes, colegas de trabalho etc. No entanto, jamais olham para dentro de si para perguntar se não está falhando como ser humano.
O tema está também em inúmeros livros que leio e que, assim como esta reflexão, buscam minimizar a dor, esclarecer o que está acontecendo e oferecer soluções e saídas. São textos preparados por autores respeitáveis e com um currículo extenso na área de autoconhecimento e desenvolvimento pessoal. No entanto, o que se escreve não parece ser o que as pessoas entendem ou praticam. Inclusive isso irrita o egóico, o egocêntrico, o egoísta, o manipulador. Qual o por quê? Porque ele não consegue deixar de olhar para seu umbigo e quer que todos o compreendam, às vezes, até mesmo sem expressar o que pensa. Por que, novamente? Porque ele sabe no seu íntimo que ele não quer doar nada, só quer receber. Não admite estar errado, necessitar fazer mudanças profundas em sua personalidade, despir-se de sua arrogância, orgulho e intolerância. Na cabeça dele ele nasceu assim, e é assim que quer ser tratado, sem qualquer admoestação.
Ao me deparar com indivíduos com essas características tenho certeza de que soluções só poderão advir de um tratamento de choque que a própria Natureza vai aplicar. Ninguém foge a esse destino. Somente fugirá a um revés da vida se  entender essa lição e se melhorar como pessoa. É necessário tornar-se um ser humano de verdade. Portanto, em não se refazendo como indivíduo que faz parte de um todo, e assim inculcar em seu espírito o dever de respeitar desde o menor ao maior, em todos os sentidos da vida, nada mudará e ele acabará frustrado em todas as situações nas quais esteja envolvido. Ninguém nasceu para ser um ermitão e viver sozinho. Somos seres sociais, com responsabilidades. Nossas responsabilidades abrangem nossos parentes mais próximos, os filhos que colocamos no mundo, nossa profissão, nossos amigos, nossa comunidade, nosso país, nosso planeta.
Você percebe que o desenvolvimento humano, não entrando em detalhes místicos, apenas humanos, nos indica o caminho desde o momento de nosso nascimento até o momento de nosso deixar este corpo carnal e virar pó? Talvez você ainda não tenha se apercebido de que a responsabilidade de sua felicidade, alegria, bem viver, depende apenas de como você se comporta em relação ao mundo, ao seu próximo. Esta é a questão primária que você precisa inculcar em sua mente e coloca-la em prática
Sei que nós, seres humanos, temos uma necessidade básica: sermos amados! Porém, isso só acontecerá se nos amarmos como seres humanos que compõem um todo. E esse todo precisa ser respeitado por indivíduo e indivíduo. Esse é o verdadeiro amor que temos que ter para conosco mesmos. A partir daí o respeito e o amor ao próximo é um passo bastante pequeno.
Pare de culpar a vida ou as pessoas sobre a sua infância. Aquilo que aprendemos a chamar de amor em nossas casas, desde a infância, será aquilo que vamos dar e receber como forma de amor. Agora, se achamos que não tivemos o amor que queríamos na infância, é porque nossos pais também não tiveram. Por que continuar esse círculo vicioso? Não seria muito mais digno você criar um círculo virtuoso, impedindo a geração da insatisfação e se abastecer de pensamentos positivos para doar aos pais e avós um carinho que a eles foi negado? Você será o impulsionador da mudança e receberá os aplausos da Vida.
Amor, amor, amor e amor. Artigo raro? Não. Trata-se de um sentimento acessível apenas a quem se conhece e sabe que o fluxo constante e ininterrupto de amor de que nós, humanos, tanto precisamos já está dentro de nós.
Em nossa infância, recorremos à figura dos nossos pais e dos adultos que nos rodeavam para aprender a ser “gente”. E, lembre-se, esse aprendizado se deu por afeto, por amor. Ficamos tão preocupados em copiá-los – afinal, isso nos daria a sobrevivência – que não tivemos tempo ou, ainda, oportunidade para aprender que a saída está dentro de nós mesmos e não fora. Na verdade, na infância não tínhamos essa competência; é na vida adulta que vamos reconhecer, melhorar e discernir como devemos nos comportar para levar mudança às nossas relações.
Bem, isso se chama maturidade. Mas será que você não cresceu por que não quis? Não! Você está onde está porque foi tudo o que deu para fazer, era tudo o que você sabia e podia fazer. Evidentemente, quando somos ignorantes, cometemos erros. Você já reparou quantos erros cometeu no decorrer de sua vida? Alguns chamam isso de maldade. Eu digo que esses comportamentos negativos vêm de uma profunda ignorância de si mesmo.
Procure o autoconhecimento. Ele é o caminho para se conquistar o amor-próprio em primeiro lugar e, consequentemente, o amor pelos outros. No entanto, ninguém aprende por decreto. Aprendemos por afeto e temos uma única saída, que é amar.
O seu entorno está confuso? Desagradável? Triste? Solitário? Ofereça amor… Você tem muito para dar! Surpreenda-se com o resultado.