Ser uma boa escritor(a) demanda estudo e persistência

 

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Tenho estuado muito sobre o assunto e sei que ser um escritor é um sonho de muitos para poucos. Em grande parte, porque a maioria desiste no caminho.

Há cada vez mais livros de técnicas literárias. As oficinas literárias de escrita criativa se multiplicam. Sites de dicas de escritores e vídeos sobre o assunto crescem de um jeito incrível e até assustador.

Mas o que você realmente precisa para ser um escritor? Quais são os fatores que determinam se você está indo bem ou não? É possível aprender a ser escritor?

Se você realmente tem este sonho, depende muito mais de você do que do mundo ao seu redor. Isto acontece porque ainda não temos cursos universitários que prepare a pessoa para a literatura brasileira, em especial.

Encontrei 6 dicas rápidas que podem auxiliar a me tornar uma escritora muito melhor em pouco tempo. Claro que milagres não existem, mas a prática e a vontade pode levar à concretização do sonho.

 1 – Primeiro seja escritor, depois seja crítico

Muitas pessoas que querem começar a escrever ficam com certo receio de dar o primeiro passo.

Você deve ter passado por isso. Eu já passei muitas vezes. A página branca. O medo de não escrever algo bom o suficiente. O que as outras pessoas vão achar? Será que o que escrevo é bom mesmo? Então fiquei lendo por dias e nunca “colocava a mão na massa” de fato.

Sim, imagino que você também conhece este estado de coisas. Na verdade é necessário ler e estudar bastante, mas para se profissionalizar, não se pode ficar só na teoria, é preciso começar a praticar. Lembra do ditado?

A prática leva à perfeição.

A página em branco costuma ser quase um pesadelo para alguns iniciantes. Percebi que a dica mais importante é: primeiro escreva e depois faça uma autoavaliação.

Se tiver algo que não está lhe agradando, aí sim é hora de pesquisar e buscar informações para ajudar a melhorar o texto.

 2 – Inicie com textos curtos

Oito em cada dez escritores começaram pensando em fazer uma trilogia.

Mas não adianta querer começar com textos longos, como romances e trilogias de vários capítulos. “O pulo do gato” é iniciar com histórias curtas.  A partir delas vai se percebendo os erros e aprimorando a escrita para escrever textos maiores em breve.

Por mais que se tenha ideias super originais para escrever um longo romance, antes de colocá-las no papel é preciso adquirir habilidades e amadurecer a sua escrita. Os contos são excelentes exercícios para treinar diversos gêneros, formas de escrita, estruturas textuais, linguagens, narrativas e várias outras experiências.

Além disso, os contos nos ajudam a sintetizar informações e evitar um texto muito prolixo. É a partir dos pequenos contos que surgiram os maiores escritores de romances, pois essa é uma forma de você publicar a curto prazo e tornar o seu trabalho conhecido. Busque ler muitos contos de bons escritores.

3 – Busque descobrir o seu estilo com o passar do tempo

Cada escritor é conhecido por ter um estilo próprio e único. Porém, nenhum deles começou sua carreira já com o estilo definido. Eles precisaram escrever muito para corrigir os erros e para testar suas habilidades literárias, até finalmente encontrar o seu estilo.

E com um escritor iniciante não é diferente. É necessário, antes de tudo, desenvolver ideias originais e expressar seus pensamentos de forma clara e coerente.

Não se preocupe se mesmo depois de escrever vários contos você ainda não tiver encontrado seu estilo. Ele irá se desenvolver de forma natural à medida que você praticar.

 4 – Fique atento à linguagem para ser um escritor

É muito importante ter cuidado com a linguagem e com a sequência da narrativa. É preciso escolher as palavras adequadas para cada contexto.

O escritor precisa adequar sua linguagem ao estilo da sua narrativa. Se for um estilo mais informal, pode-se usar uma linguagem com tom mais coloquial, algumas gírias (se for permitido) e regionalismos. Agora se já estiver no estágio de romances históricos e mais densos, a linguagem deve acompanhar esse texto.

Por outro lado, se for um estilo mais formal, como um texto jornalístico, por exemplo, é preciso saber usar um vocabulário mais informativo e com cunho imparcial.

Mas existe uma regra válida para todas as formas de escrita: a linguagem utilizada precisa explorar todos os recursos da língua e gerar emoções no íntimo do leitor, sejam positivas ou negativas.

 5 – Saiba ouvir críticas

Para se tornar um escritor de sucesso é preciso saber ouvir as opiniões dos seus primeiros leitores. E nem sempre essas opiniões serão positivas. Mas isso faz parte do seu aprendizado.

O feedback dos leitores é de extrema importância para você aperfeiçoar sua escrita e suas técnicas. Não peça opinião apenas dos seus amigos e familiares, pois eles podem falar que suas histórias estão ótimas só para lhe agradar.

Busque feedbacks de pessoas que realmente possam ajudar a melhorar sua escrita e dar conselhor sobre os pontos fortes e fracos dos seus textos, como: professores, escritores experientes que você tenha contato ou pessoas que possuem o hábito da leitura, mas que não fazem parte do seu círculo de amizades.

Além de colocar em prática essas técnicas, também é importante que um bom escritor faça sua criatividade fluir e não imponha limites a sua imaginação. Mesmo nos pequenos contos, a sua história precisa ser criativa a ponto de prender a atenção do leitor e fazer com que ele continue querendo ler outras obras suas.

6 – Entenda sobre o mercado de literatura nacional

Essas técnicas, se aplicadas corretamente, com certeza ajudarão nos ajudarão a ser um escritor de sucesso. Porém, tenha em mente que esse processo não é fácil e não acontece do dia para noite.

Como todo profissional bem-sucedido, independente da área de atuação, é necessário ter dedicação, paciência e trabalhar muito.

Publicar um livro no Brasil é uma tarefa bem difícil, uma vez que o mercado da literatura brasileira é pequeno (infelizmente) e as editoras não costumam dar muitas oportunidades para os escritores iniciantes. As prestadoras de serviços (que não são escritoras verdadeiramente) querem cobrar para publicar, divulgar e distribuir seus livros. Nesse caso o melhor caminho é ser autor independente, porém é um caminho bem árduo.

Entretanto, se você quer se destacar no universo da literatura invista nesse sonho e dê o melhor de si. Não fique com receio de publicar suas primeiras obras por medo da falta de aceitação do público.

Vender livros muito barato

Vendo livros muito barato

Vender livros que alcance o primeiro lugar nos resultados do Google é o desejo de qualquer pessoa que se propõe a vender livros ao público brasileiro. Veja minhas dicas.

Como regra, a oferta de um anúncio de venda de livro vem em forma de algumas palavras acompanhadas de imagens demonstrativas e pronto.

Entretanto, devido a proporção gigantesca de anunciantes com suas ofertas diversas e que ocupam a maioria dos meios de anúncios, concorrer com tantas opções torna até difícil anunciar com sucesso. E lograr êxito em vender livros nesse ambiente concorrido, tanto pior.

Isso, com tantos meios para anunciar como; sites de livrarias on line, sites de classificados, as redes sociais e seus serviços de publicidade, grupos de amigos, whatsapp, Google Adwords, Bing Ads, etc e etc…

Por isso, não é de admirar que criar um anúncio de venda de livros que seja perfeito em todos os aspectos, seja muito difícil. E escrever um anúncio de venda de livros que chegue a primeira página do Google, mais difícil ainda.

Logo, vender ou apenas atingir o público alvo do anúncio, exige uma boa dose de paciência e também algumas táticas comprovadas para conseguir o sucesso almejado.

Mas, é importante lembrar a todos que gostam de ler que, além de barato, os livros vendidos por esta autora são e-books e estão na Amazon.com.br em seu nome Silvia R. Pellegrino, com preços tão irrisórios, que o leitor deveria fazer uma tentativa de conhecer meu trabalho e dar um feedback para esta autora.

Obrigada

A ciência da literatura

Livros- ciencia da literatura

Da mesma forma que o foco de análise da física é o universo e o foco de análise da biologia é a vida, o foco de análise da literatura consiste nos textos que foram escritos pelos seres humanos desde os tempos dos símbolos atribuídos a significados claros moldados por antigos artistas em paredes de cavernas. A escrita cuneiforme é tida como a primeira forma de escrita surgida verdadeiramente no mundo, e estima-se datar por volta de 3000 AC. De lá pra cá a civilização ocidental vem acumulando cada vez mais um repertório de símbolos que predispostos em pedras, papéis ou mídias eletrônicas têm contado a história de nossa civilização e das vidas de seres humanos vivendo aqui e ali ao longo dos tempos. A escrita é sem dúvida o principal método de transmissão cultural e de valores de nossa sociedade e a própria Bíblia é um dos principais textos estudados em literatura, justamente por guardar em si um conjunto de valores morais que vêm sendo (bem ou mal) aplicados em nossa sociedade ao longo dos últimos 2 milênios. Textos da Grécia antiga e os dramas de Shakespeare também estão entre as obras mais estudadas pelos literatos.

Da mesma forma, portanto, que o físico está interessado no universo e que o biólogo se interessa pela vida, o literato interessa-se pelos escritos. Da mesma forma que o físico procura regularidades que possam ser observadas no universo, o biólogo procura regularidades presentes na vida e o literato procura regularidades em textos históricos. O objeto de estudo das três ciências é diferente, assim como são as metodologias de trabalho. Também a literatura, como a biologia, é um sistema complexo derivado diretamente da forma como os seres humanos com seus cérebros humanos conseguem conceitualizar o mundo e o representar em forma de símbolos encadeados em busca de significado. A ciência da literatura, entretanto, não pode e não deve se separar de outras ciências que a rodeiam, como a linguística, a filosofia e até mesmo a psicologia. O literato utiliza regularidades observadas por outros artífices das ciências humanas e emprega tais regularidades pré-dispostas à análise textual.

Os seres humanos, desde o surgimento dos alfabetos, têm escrito de forma livre, ou da forma que lhes parecesse mais natural. Com o tempo surgiram esses curiosos por regularidades dos textos escritos, cientistas cuja curiosidade não está na natureza ou no universo, porém no homem e em suas representações simbólicas. Estes curiosos quiseram então estudar como as pessoas escreviam e têm escrito ao longo dos séculos, desde que a escrita foi inventada, eles tentaram e conseguiram descobrir alguns padrões conservados em textos que vão desde o aparecimento do alfabeto até os dias de hoje. Esses padrões se repetem e podem ser caracterizados se estudados com detalhes e dedicação. O estudo de tais padrões existentes em textos é normalmente chamado de “crítica literária,” mas acredito que deva ser preferencialmente chamado de ciência literária, tal como o estudo das leis no universo é chamado de ciência exata e o estudo da vida na Terra é chamado de ciência biológica. A metodologia de grande parte dos literatos é sim científica, mas como já argumentado o objeto de estudo é diferente e exige, portanto, métodos diversos de análise. E da mesma forma que a biologia se dividiu em genética, bioquímica, ecologia, zoologia, botânica… também a crítica literária se dividiu em modernista, pós-modernista, estruturalista, crítica feminina, marxista gay, pós-colonial, psicanalítica, etc. Vários escritos clássicos e modernos de nossa história literária podem ser caracterizados e relidos tendo tais regularidades como fio condutor, esses padrões regulares observados nos textos permitem aos cientistas classificá-los e entendê-los de forma genérica e tão precisa quanto possível.

A crítica literária é tão ciência quanto ela pode ser: ela é curiosa e séria, ela busca, estuda, encontra padrões e os descreve com precisão e rigor.

Além disso, os mesmos programas de computador que são hoje utilizados nos estudos de biologia podem também ser aplicados ao estudo da literatura, sendo ambas ciências onde a complexidade é eminente e jamais pode ser descartada. Programas de inteligência artificial têm sido produzidos e podem ser treinados para reconhecer padrões em textos de determinados autores. Tais padrões podem ser utilizados, por exemplo, para verificar se um determinado texto não assinado deve ser mesmo de um autor clássico que se imagine.

Toda a história cultural do homem pode ser hoje reconstruída através da ciência literária, tentando também fazer viajar o leitor no tempo e compreender as situações da forma como as pessoas da época as entendiam.

A mina de ouro fechou

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Fechada a mina, a imprensa esperneia contra um bode expiatório, que lhe dê ibope. Mas, o Brasil segue em frente. Eles falam bobagens e amenidades e esquecem de noticiar ao povo brasileiro o mais importante.

Que tal seria falar do dólar que perdeu seu valor e com ele baixam gasolina, pão, remédios, alimentação e tantos outros. Por que não falar de que houve alta na Bolsa (sem sarcasmos ou sorrisinhos tolos no rosto) que atingiu seu recorde e dá ânimo a nossa combalida economia? Por que não denunciar os 580 mil usuários do Bolsa Família que saíram voluntariamente do programa porque certamente o estavam fraudando? E, claro, nem noticiaram o cancelamento do vergonhoso contrato do Ibama que gastava 30 milhões de reais por mês do nosso dinheiro, só com aluguel de carros?

E muito “sutilmente” esqueceram que a Ministra Damares cancelou um contrato irregular de 45 milhões de reais assinado no Governo passado. E nem falaram que o ministro Chefe da Casa Civil só numa primeira canetada, exonerou mais de 200 servidores nomeados pelo PT e que estavam ocupando cargos comissionados com salários altíssimos no Palácio do Planalto. E o melhor, a imprensa deu só uma notinha e deixou que as redes sociais a amplificasse: Houve revisão ou mesmo corte de 2,5 bilhões de reais em verbas que iam da Caixa Econômica para times de futebol e publicidade na mídia.

Tem mais ainda: finalmente abrem-se as caixas pretas do vergonhoso Sistema S e também as do Banco do Brasil, Caixa e dos bilhões que o BNDES deu para as empreiteiras, favorecendo o Rei O Cara e a Rainha da Mandioca e para as ditaduras dos apaniguados do PT.

Lembrando que o BNDES já devolveu ao Tesouro Nacional 100 bilhões nestes primeiros dias.

E, mais poderia ser noticiado: como o rombo criminoso nos Fundos de Pensão, fatos que ocorreram nos últimos quinze anos.

O Governo Bolsonaro, em seus primeiros dias, mostrou os desmandos dos governos do PT.

Enfim, porque não mostraram o vídeo feito pelo Governador de São Paulo, João Dória, levado a Davos para mostrar ao mundo a pujança do Estado. A fala sucinta do Presidente da República Jair Bolsonaro, que, aliás todos podiam entender, e falando tudo sobre o nosso país e o que se tem feito para melhorar.

Porém, eles se pegam em ressentimentos e inveja e preferem buscar assunto que não está esclarecido, posto que histéricos e carcomidos pela derrota preferem algo que possa detonar o governo que já fez muito nestes primeiros dias de mandato.

Mais livro publicado no LIVRORAMA

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http://www.livrorama.com.br/loja/details.php?p=2693

Não deixe de passar por lá, o preço está um “mimo”. É poca natalina (rsd);

Descrição

Sinopse

Natália Castelli tornou-se uma advogada célebre no Brasil, antes de seu estrondoso sucesso ao expor suas telas em Paris. A garota simples, nascida no interior de São Paulo, tem o privilégio de conhecer Pierre, um marchand que a lança nas melhores salas da cidade luz. Num certo momento, desiludida emocionalmente, resolve abandonar Pierre e foge para sua vida cotidiana e sem brilho. Começando com uma perda e sempre em busca de redenção, a trama em que vive Natália é marcada por uma característica incomum: ela descobre que pode reencontrar o amor de sua vida, num mundo de sonhos e mistérios. Ele simplesmente não havia morrido e não faz ideia de qual seja a razão para que isso ocorra. Com uma trama absolutamente instigante, de amor, morte, traição, oportunidades perdidas e esperança, Natália Castelli percebeu, desde quando exercia a advocacia, seu talento inconfundível de exímia artista plástica. Ao retornar para sua arte e ser lançada no Brasil o drama de sua vida dá outra reviravolta.

O lixo que o homem já deixou na Lua

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Antes mesmo dos primeiros seres vivos estarem na Terra, a lua já fazia companhia para nosso planeta no espaço. Assim que a humanidade começou a habitar a Terra e interagir com o ambiente, a lua rapidamente se tornou motivo de admiração.

Ainda hoje, o satélite intriga não só pessoas comuns, mas também especialistas e cientistas que dedicam a vida para pesquisar a lua. Por mais que os estudos avancem, muito ainda há que se entender sobre a lua.

Além de pegadas, bandeiras e a marca histórica de pisar na lua, o homem deixou algumas coisas a mais nas vezes em que visitou o nosso satélite. Estima-se que mais de 180 toneladas de lixo tenham sido deixadas no local por astronautas, robôs e sondas espaciais. Parte do lixo é realmente de produtos descartáveis, mas ele também é composto dos dejetos orgânicos liberados por astronautas e experimentos que ainda estão em funcionamento.

A maior parte, é claro, são peças de sondas, enviadas ao longo de quase 60 anos de missões espaciais. São 70 veículos, de acordo com o último levantamento da Nasa.

Mas há também outros tipos de entulho e lixo orgânico (os astronautas que caminharam na Lua deixaram 96 sacos de urina, fezes e vômito). Bolinhas de golfe, bandeiras dos EUA, pares de botas, câmeras, revistas e mochilas também fazem parte das tralhas largadas em nosso satélite natural.

Parece que o homem não tem e nem terá respeito pelo espaço que lhe é dado pelo Universo. Será que algum dia isso mudará?