Término dos privilégios dos políticos

Assine para exigir que políticos se aposentem pelas regras do INSS! Basta das regalias deles!

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Um político (seja deputado, senador, prefeito, vereador etc) foi eleito com o voto do povo para um mandato temporário. Mesmo assim, existem regras especiais de aposentadoria para eles, e muitos conseguem aposentar com 8 anos de trabalho!

Isto é um absurdo, ainda mais considerando que “ser político” não é uma profissão, não existe concurso para tal cargo. Esta pesquisa do jornal Estadão mostra que parlamentares ganham 7 vezes mais que um aposentado pelo INSS.

Está na hora de dizer BASTA! Assine e compartilhe este abaixo-assinado para fazer chegar no STF, no Ministério Público Federal, no Congresso e outras autoridades que queremos que isso acabe!

O Brasil continua em crise, e os parlamentares continuam ganhando rios de dinheiro, mesmo aposentados. Não é aceitável que políticos tenham uma Previdência dessas enquanto milhares de pessoas vivem com só um salário mínimo.

A bizarrice é tão grande que um político se aposenta em média ganhando R$ 14 mil por mês, enquanto no INSS uma pessoa comum se aposenta ganhando em média R$ 1.682 por mês.

Assine para fazer nossa voz ser ouvida! A Constituição determina que tomos todos iguais, portanto o tempo de serviço e as regras precisam ser iguais para todos. O tratamento diferente para políticos é inaceitável!

Ajude a Change.org a continuar existindo em 2017!
Contribua com apenas R$ 1/dia.

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Processos migratórios tornaram-se obras literárias lançadas recentemente

deboraDébora Finkielsztejn, autora de ‘O alfaiate polonês’: processo migratório do século 20 inspirou a obra

Gente que chega para ficar. Gente que vai para nunca mais. Milton Nascimento e Fernando Brant sintetizaram, em música, a situação de migrantes e imigrantes brasileiros e estrangeiros. Chegar e partir faz parte da natureza humana — estamos todos em constante deslocamento. Mas o abandono do local onde se nasce e cresce, por vontade ou imposição, marca a memória. Justamente por isso, é tema constante da literatura, seja ficcional, biográfica ou ensaística.

O assunto está em voga no momento por conta dos conflitos geopolíticos em vários países, que inspiram autores a trazer, em realidades recortadas, uma visão crítica do mundo em que vivemos. Apenas no Brasil, o número de imigrantes aumentou 160% em 10 anos, segundo dados divulgados em junho pela Polícia Federal. Somente no ano passado, 120 mil estrangeiros chegaram ao país. Um movimento parecido, mas em escala menor, com a chegada dos imigrantes no século 20, principalmente famílias que fugiam das guerras.

Recentemente, a escritora carioca Débora Finkieslztejn lançou um olhar particular sobre esse movimento em O alfaiate polonês, romance de estreia da ex-livreira. A obra conta a história de Moishe, patriarca da família Luitermann, que deixa a Polônia em 1930 em busca de condições melhores para a mulher e os cinco filhos. Entretanto, antes de partir, dois filhos são convocados a lutar, causando uma separação abrupta e inesperada.

Quando tradições, raízes, familiares e tudo aquilo que se conhece por lar fica para trás, há uma crise de identidade. Esse é um dos aspectos tratados no livro de Débora, um romance com traços biográficos. “Muitas pessoas que leram o livro me falaram que viveram histórias parecidas, isso me surpreendeu”, contou a autora.

Cinthia Freitas no Palacete dos Leões

A artista Cinthia Freitas inaugura no próximo dia 8 de novembro, às 19 horas, com um coquetel no Palacete dos Leões, em Curitiba, a exposição “Recintos”, com curadoria de Emerson Persona e Francis Rodrigues. Sua obra foi selecionada para integrar o calendário do espaço cultural do BRDE – Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul. São 16 trabalhos de pequeno, médio e grande formato, em acrílica sobre tela.

Cinthia Freitas é arquiteta, formada pela PUC-PR, nos anos 1980, e, há cerca de 15 anos, vem se dedicando de forma cada vez mais intensa à pintura. Com orientação de Emerson Persona e Francis Rodrigues, sua obra ganhou consistência nos últimos quatro anos.

Com cores intensas e harmônicas, pinceladas fortes que constroem camadas sobrepostas, sua temática está na desconstrução de ambientes – dai a exposição “Recintos”.  A artista acredita que esta essência advém justamente da origem de seu trabalho como arquiteta, o desenho, aos poucos desintegrados na abstração da arte.

 “Sinto que a artista foi tomando conta da arquiteta”, diz. O resultado é um trabalho forte e intrigante, que leva o espectador a um passeio por tonalidades elegantes, que conversam entre si e espaços da tela preservados, como que em respiros na eloquência da cor.

Cinthia foi por duas vezes ganhadora do primeiro prêmio do Salão Graciosa, do Graciosa Country Club; participou do Salão do Clube Curitibano e do Salão de Vinhedos, em São Paulo. A mostra “Recintos” segue aberta ao público até o dia 9 de dezembro, sempre de segunda a sexta-feira, das 12h30 às 18h30. A entrada é franca e o Palacete dos Leões fica na Avenida João Gualberto, 530/570, no Alto da Glória, em Curitiba.

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Além do grupo de dança Cena 11 e da orquestra Camerata Florianópolis, a confraternização apresenta os novos membros da Academia Catarinense de Letras e Artes

Para comemorar o encerramento do ano e celebrar o sucesso de seus membros, a Acla (Academia Catarinense de Letras e Artes) realizou uma confraternização solene nesta sexta-feira, às 20h, no auditório do TCE (Tribunal de Contas do Estado), no centro de Florianópolis. Além de contar com a premiação de personalidades nas áreas da literatura, música, artes visuais e artes cênicas, a noite será marcada pela posse de três novos acadêmicos. A cerimônia foi apresentada pelo presidente da Acla, Wesley Collyer, e incluiu uma programação musical.

Com 20 anos de trabalhos marcantes, o grupo de dança Cena 11 recebeu o prêmio “Conjunto da Obra”. As personalidades homenageadas também incluem a editora Marina Moros, representante do campo da literatura, a artista visual Raquel Stolf e a diretora de teatro Marisa Naspolini. A orquestra Camerata Florianópolis será contemplada como personalidade musical do ano, após ganhar destaque fora de Santa Catarina e se apresentar no Rock in Rio. O prêmio, entregue há sete anos, possui uma lista de vencedores que inclui o escritor Salim Miguel e o compositor Luiz Gustavo Zago.

Entre os novos membros da Acla estão a arte educadora Maria Teresinha Heimann e o radialista Antunes Severo. Néri Pedroso, colunista do jornal Notícias do Dia, também é uma das adições à Academia. A jornalista, responsável pela coluna Mosaico, acredita que o sucesso é resultado do trabalho em equipe. “Eu atribuo esse reconhecimento a um trabalho em conjunto. Sou apenas a representante de toda uma equipe que se esforça em favor da divulgação. Se não fosse por eles, meu trabalho não existiria”, diz. “Sou grata também à empresa, que abre espaço para cultura e dá sustentação ao meu trabalho”, completa.

A programação musical, conduzida pelo maestro e pianista Alberto Heller, incluiu músicas dos Beatles, Led Zeppelin, Villa-Lobos e Renato Teixeira. A apresentação unirá os talentos de Heller e dos músicos Iva Giracca e Daniel Galvão – no violino e violoncelo, respectivamente.

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Conforme noticiado na Globo, o livro  escrito há 60 anos por Guimarães Rosa, “Grande Sertão Veredas, já consagrado, ganhou contornos sensoriais em uma programação especial da Fundação Clóvis Salgado (FCS), em Belo Horizonte. O público pode ler, ouvir e se emocionar com elementos bem característicos de uma das obras mais importantes da literatura brasileira.

A Fundação preparou  uma programação gratuita, que passa pelo teatro, música, literatura, artes visuais e pelo cinema. A distribuição de ingressos está sujeitos à lotação de espaço.

Para o evento em que Maria Bethânia vai ler trechos de Guimarães Rosa, a retirada de ingressos foi feita na sexta-feira (4/11), a partir das 10h, na bilheteria do Palácio das Artes.
Cada pessoa terá direito a apenas um ingresso. Os demais eventos terão a retirada de ingresso 1 hora antes das apresentações.