Melhoria no orçamento do país Brasil

Melhoria do orçamento governamental do Brasil

O governo estuda a possibilidade de encaminhar ao Congresso Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para alterar as regras de estabilidade para servidores públicos dentro de amplo plano de reforma administrativa, afirmou nesta terça-feira 03/09 o secretário especial adjunto de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia, Gleisson Rubin. Falando a jornalistas após participar de seminário, ele pontuou que a estabilidade é matéria constitucional e, por isso, qualquer mudança nesse sentido demandaria uma PEC.

Na verdade, o que o Brasil necessita é diminuir as despesas do país, mas que não englobe somente a área do executivo.

Se todos os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário colaborassem e cortassem verbas fora da realidade brasileira, por exemplo o Legislativo gasta com verbas altíssimas com os políticos. São mordomias como: casa, carro com motorista, viagens, recesso remunerado, assessores, salários astronômicos e etc. O importante seria não tornar a política uma profissão e eles não poderem se eleger por mais de duas legislaturas, assim também, o corte da aposentadoria.

Isso diminuiria verbas bastante altas do orçamento do país e por consequência da Previdência Social retiraria um enorme rombo.

O Judiciário também teria seu orçamento diminuído e os salários congelados, daqueles que já fazem parte desse poder e aqueles que entrarem o farão com salários condizentes com a realidade brasileira. Há também a necessidade de cortes das mordomias como: casa paga pelo poder Judiciário, carro com motorista e tantas outras verbas como: auxílio-moradia, auxílio-saúde, auxílio-livro, auxílio-alimentação, férias remuneradas de sessenta dias. Tudo isso deveria deixar de existir. O salário já é bastante alto e não necessitariam dessas verbas.

Isso tudo enxugaria o orçamento do Judiciário, que em consequência enxugaria o Orçamento do Brasil.

Se há necessidade de se fazer emendas constitucionais e melhorar a situação orçamentária do nosso país, todos os segmentos que compõem o Governo Brasileiro, ou seja os três poderes, precisam colaborar e dar sua parte.

O que é inteligência artificial?

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O objetivo da inteligência artificial é criar um sistema que pode simular o comportamento e raciocínio humano. Para construir máquinas inteligentes que usam redes neurais e sistemas especialistas.

A inteligência artificial (IA) vem ganhando manchetes no mundo todo. Ela é anunciada tanto como uma salvação econômica quanto como precursora de desintegração social. Faltam, porém, avaliações claras sobre o real valor que a inteligência artificial pode criar, bem como os desafios que precisam ser enfrentados para garantir que a sociedade usufrua dos benefícios deste inevitável impacto disruptivo, em vez de sofrer com ele.

Como o próprio nome deixa claro, a Inteligência Artificial (IA) é um ramo da ciência de computação que tem como foco elaborar dispositivos que simulem a capacidade de raciocínio humano. Isso se deve ao fato de que humanos não utilizam somente critérios lógicos de avaliação para resolver problemas.

Inteligência artificial (artificial intelligence – A.I., em inglês) é um ramo de pesquisa da Ciência da Computação que se ocupa em desenvolver mecanismos e dispositivos tecnológicos que possam simular o raciocínio humano, ou seja, a inteligência que é característica dos seres humanos.

O objetivo central das pesquisas relacionadas a inteligência artificial baseia-se na ideia de fazer com que os computadores possam “pensar” exatamente como os humanos, criando análises, raciocinando, compreendendo e obtendo respostas para diferentes situações.

Não apenas solucionar problemas de maneira racional, mas o grande “passo” dentro dos estudos da inteligência artificial é o desenvolvimento de sistemas que consigam aprender e se autodesenvolver. Em outras palavras, significa criar novas deduções a partir da junção de várias informações fragmentadas, assim como acontece dentro do sistema neurológico dos seres humanos.

Indo além do ponto de vista cognitivo, outra grande ambição das pesquisas envolvendo tecnologias de inteligência artificial é a possibilidade de fazer com que a criatividade, emoções e sentimentos humanos possam também ser reproduzidos pelas máquinas.

A ideia de inteligência artificial pode parecer enredo de história de ficção científica. Mas graças aos avanços das pesquisas na área, significativos resultados já começam a aparecer e a fazer parte do cotidiano das pessoas.

A importância da leitura para a vida

alguem lendo um livro

Seja por prazer, seja para estudar ou para se informar, a prática da leitura aprimora o vocabulário e dinamiza o raciocínio e a interpretação. Um ato de grande importância para a aprendizagem do ser humano, a leitura, além de favorecer o aprendizado de conteúdos específicos, aprimora a escrita.

A leitura diversificada como:  livro impresso, leitor digital, gibis, jornais ou revistas, não importa a ferramenta sempre descerra espaços no intelecto. Ao ler a pessoa abre um leque de oportunidades para o desenvolvimento pessoal e profissional. É por meio dela (a leitura) que a pessoa se desliga do cotidiano, rompe as fronteiras da imaginação e descortina novos universos sem sair do lugar.

Encontrar um tempo para ler é um processo que permite a expansão de si mesmo, criando a abertura para infinitas possibilidades e trilhando o caminho para o despertar do potencial pleno. Um leitor assíduo tem mais chance de absorver mais conhecimento, incentivando a sua própria evolução pessoal e profissional, do que aquele que não tem interesse em se desenvolver através desta, que é uma das formas mais eficientes de agregar valor à sua atuação, bem como à sua performance, dentro e fora do trabalho.

A leitura tem importância para o nosso desenvolvimento na vida posto que, torna-se um hábito, quando feita diariamente. Principalmente para aqueles que não tem tanta proximidade com os livros, jornais, revistas, artigos na internet, e-books, entre muitos outros meios, que contribuem para o crescimento e a expansão de nossos conhecimentos e do nosso universo interior.

Ao desenvolvemos o hábito da leitura, independentemente de que tipo de leitura estejamos falando, desenvolvemos e apuramos o nosso senso crítico. Isso quer dizer que passamos a analisar de forma mais racional e inteligente os fatos que acontecem ao nosso redor, sem nos deixar levar pela opinião alheia, evitando, assim, nos tornarmos pessoas alienadas, que não conseguem formular opiniões, conceitos e dar sugestões por conta própria.

Além disso, expande nosso vocabulário, nos deixando uma pessoa mais participativa dentro do grupo, seja ele familiar, de amizades, ou profissional. A meu ver este é um dos grandes motivos da leitura. Ela nos auxilia em todos âmbitos de nossa vida. O fato é que ela nos ajuda a conhecer novos termos e palavras, transformando nosso vocabulário ainda mais amplo e rico. Com isso, temos cada vez mais desenvoltura e somos melhor compreendidos em todas as nossas formas de nos expressarmos, seja, na oratória e também na escrita.

Outro fator importante é a melhora significativa da nossa escrita. A escola nesse quesito está muito atrasada e não consegue nos proporcionar esse fato, mas também é importante da nossa pare uma melhoria com a leitura diária. Digo isso, pois é notória a dificuldade que muitas pessoas têm de se expressar e, principalmente, escrever de forma correta em nosso país, ou seja, sem erros ortográficos ou gramaticais. Obviamente que muito disso tem a ver com o nosso sistema educacional, que por si só é falho e que nem todos têm acesso.

Outra capacidade que a leitura desenvolve em cada um de nós é o poder de persuasão. Quem não gostaria de poder persuadir seu próximo para aceitar vendas, fazer marketing, ter oportunidades reais na área profissional.

Assim, você pode perceber que ler abrirá muitas portas, que antes de desenvolver esse hábito pareciam inacessíveis.

Boa leitura!

Como formar profissionais do futuro?

Como formar profissionais do futuro

O aluno de hoje não consegue entender um texto simples. Se lermos o que escrevem quando prestam exames ficamos aterrados com os erros cometidos, porque não há como entender o que de fato querem expressar.

Tenho dois pontos a destacar: primeiro, é necessário fazer o aluno ler livros e fazer um resumo de sua leitura. O que entendeu daquilo que lá estava escrito e que o escritor pretendia contar. Caso o aluno não conseguir compreender é necessário repensar em como ensiná-lo pensar.

Entendo ser necessário que a cada mês seja dado um livro de acordo com a idade e o grau  de estudo na escola, para poder avaliar se os momentos de leitura envolvem, de forma mais acentuada, a leitura de pequenos textos em prosa ou mesmo de listas de palavras, em voz alta, pois existem  casos em que os alunos memorizavam, com muita facilidade, os textos lidos em sala. Dessa forma é preciso detectar se cada aluno tem a competência de memorizar textos ou outros assuntos, quando são lidos em voz alta.

Existe vários tipos de pessoas e é importante que o professor conheça seus alunos, para auxiliá-lo melhor no seu aprendizado. Daí, cabe ao professor essa capacidade bastante espinhosa, mas são os fardos das profissões que escolhemos.

Outro ponto para auxiliar o aluno a aprender ler é não o deixar memorizar o texto, mas entendê-lo. Assim quando for fazer o resumo o fará com suas palavras e não simplesmente repetir o que estava escrito como se fosse um trabalho de decodificação quando, na verdade, estava falando o que havia decorado.

Você, que está lendo este texto pode se perguntar: Será que isso pode estar acontecendo com aquele aluno? A resposta é sim. Existem pessoas com essa capacidade, porém quando se pede uma interpretação do texto esse tipo de aluno não consegue transmitir o que leu.

Ainda, vale perguntar: esse “saber ler muito bem” está voltado a apenas momentos de leitura em voz alta ou também a outros, como por exemplo, de leitura compartilhada? Ele consegue continuar a leitura de um parágrafo que nunca foi lido em classe? Ele consegue responder a questões sobre o conteúdo do texto lido?

Mais sobre a questão, está um segundo ponto de reflexão: as relações entre ler e escrever. Vale indagar: Será que o aluno não consegue escrever sequer palavras cotidianas, apresentadas e lidas pelo professor e pela turma? Será que “não saber escrever” significa não escrever de acordo com a base alfabética da língua? Será que ele não escreve o que lê ou não consegue escrever qualquer palavra, mesmo que tenha feito a leitura?

Para entendermos como sair desse lugar escuro repleto de interrogações é preciso avaliar o que esse aluno realmente sabe sobre a leitura e a escrita. Nesse sentido, é necessária uma investigação focada em diferentes atividades para auxiliar. Vejamos algumas sugestões:

Leitura de diferentes palavras, mais e menos conhecidas por parte do aluno. O professor precisa ler todas as palavras para ele e verificar se há diferença entre o que ele já costuma ler.

Leitura de textos em prosa, de duas formas: primeiro, com um texto já lido em sala e, portanto, conhecido pelo aluno. Na sequência, com um texto ainda não lido em sala, de modo que o professor possa começar a leitura e, em um parágrafo a escolher, sem localizar previamente (sem apontar, por exemplo), solicitar que ele continue a história;

Escrita de palavras. Escolha algumas das palavras lidas na primeira atividade para solicitar que o aluno as escreva. É interessante escolher algumas que ele conseguiu ler e outras que não conseguiu. Também é importante analisar uma situação de escrita de um pequeno texto, como um bilhete, desde que seja um gênero conhecido pelo aluno.

É isso! Espero que os professores estejam preparados para esse tipo de trabalho. Caso o mestre não tenha essa capacitação nossa educação não conseguirá atingir seu objetivo que é mais tarde colocar no mercado de trabalho uma pessoa efetivamente alfabetizada e com condições de pensar e discernir o melhor para tomada de decisão na sua área profissional.

Abrir uma estrada para o futuro

A educação exige cuidadeo

Sempre achei que todo povo pode e deve trabalhar visando um futuro melhor para seu país.  Podemos nos lançar numa aventura incrível de transformação do Brasil. Ficarmos inertes e omissos diante da situação caótica da política brasileira não resolverá qualquer problema. A revolução de ideias é o melhor caminho. A sociedade precisa se engajar em pequenos grupos para auxiliar os que necessitam aprender a ler e escrever. Enquanto se preleciona a língua portuguesa, paulatinamente irá sendo inculcado no cérebro do povo simples que somente um governo honesto, educado, culto e com gestão correta poderá retirar o país do lamaçal a que foi submetido.

A par dos escândalos é preciso educar nossos filhos e netos que eles podem auxiliar com trabalhos voluntários, aclarando a mente dos menos favorecidos pela sorte. Uma sociedade consciente pode fazer sua revolução que trará inúmeros benefícios na aplicação dos votos de eleitores menos preparados e esclarecidos.

As principais mudanças dizem respeito à maneira como as pessoas devem comunicar-se entre si. Unir forças é preciso. Uma ideia de progresso sem máculas pode tornar-se realidade com esse trabalho de esperança e não de dissensões.

Essa revolução consciente trará benefícios e solucionará muitos dos problemas construídos e pregados por políticos com ideias obsoletas.

Óbvio que não existem mapas confiáveis nesses territórios inexplorados, mas podemos aprender lições importantes com o processo de criação e desenvolvimento de uma nova geração de cidadãos, que movimentará o Brasil daqui por diante.

Decididamente não estamos na crista da onda. Porém, esquecendo os problemas e olhando para as soluções, que a cada mente criativa do brasileiro saberá trazer para essa revolução de ideias poderemos, sim, mudar nosso país.

Alguns esperam, outros temem opinar e muitos se omitem completamente. A revolução da comunicação está só no começo. Uma pequena ideia que pode germinar e ramificar por muitas outras formas de mudanças da consciência do brasileiro desavisado. Todos temos que tomar decisões cruciais, e é preciso um círculo cada vez maior de cidadãos de bem para que os benefícios sejam auferidos. Não podemos deixar o debate apenas nas mãos de políticos que somente visam seu interesse pessoal, nem podemos deixar apenas nas mãos da Justiça uma mudança radical. O povo é responsável pelo seu país.

Outra ideia bastante interessante e trarão resultados importantes é a criação de bibliotecas dentro das cidades. Lugares como bares, restaurantes, casas comerciais podem contribuir para dar um pequeno espaço para livros doados e colocados ali à leitura e depois a devolução para as demais pessoas que se interessem pela leitura. Isso é um caminho que alarga os horizontes dos cérebros humanos.

Se isso puder ser feito a formação política de todos os brasileiros servirá de mola mestra para a mudança radical da consciência que a desonestidade não tem mais espaço no nosso Brasil.

Porque lutar pela melhoria da educação no Brasil.

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A educação de um povo é o alicerce mais importante para o desenvolvimento de uma nação e, portanto, é imprescindível que haja um cuidado todo especial do governo com essa área. Somente através da produção de conhecimentos um país cresce, porque forma profissionais que irão possibilitar o aumento da renda do país e melhorar a qualidade de vida das pessoas.

 O Brasil não consegue avançar nesse campo nas últimas décadas. Em tempos idos a educação pública do Brasil já fazia um aluno de primeiro ano sair lendo e escrevendo corretamente. Falo isso de cátedra, porque além de ter sido aluna de escola pública também ministrei aulas em escola pública. Os alunos precisavam escrever e ler corretamente. As provas não eram elaboradas e aplicadas pelas professoras da sala, mas por outra.

As escolas particulares, vendo o rendimento dos alunos das escolas públicas, entraram numa corrida e melhoraram seus quadros de magistério. Em contra partida a escola pública foi sendo deixada para trás pelos governos que vieram a partir dos anos 60/70. Pouco a pouco o padrão caiu. Vieram reformas, mas nada conseguiu dar ao professor da escola pública condições adequadas para desenvolver seus trabalhos. Isto gerou tantos desajustes, que hoje até alunos que não sabem escrever nem ler vão galgando as séries do ensino fundamental, pois precisam terminar o curso fundamental, mesmo sem adquirir base para tal. Reformas totalmente desajustadas com a realidade mundial. A escola (Ensino Fundamental e Médio) e a universidade tornaram-se locais de grande importância para a ascensão social do ser humano, como há de ser o correto, porém a maioria dos alunos das escolas públicas não acompanham esse compasso.

Pesquisas na área educacional apontam que um terço dos brasileiros frequentam diariamente a escola (professores e alunos). São mais de 2,5 milhões de professores e 57 milhões de estudantes matriculados em todos os níveis de ensino. Estes números apontam um crescimento no nível de escolaridade do povo brasileiro, fator considerado importante para a melhoria do nível de desenvolvimento de nosso país. Infelizmente essa assertiva está dissociada da fundamental melhoria na qualidade da educação do brasileiro, é o que facilmente percebemos no nosso dia a dia.

Nada é mais importante do que uma reforma educacional que dê ao professor salário digno e condições de desenvolver seus conhecimentos didáticos para melhorar na carreira e que não permita jamais que um aluno saia do primeiro ano sem saber ler e escrever, pois somente assim ele poderá avançar nos estudos e na compreensão dos textos e de todas as matérias que irá enfrentar no futuro.

Não existe queda no índice de analfabetismo no Brasil. Isso é uma balela. Outro dado importante é a queda no índice de repetência escolar, que tem diminuído nos últimos anos. Isso também é uma quimera. Não se permitindo repetência, possibilita que alunos despreparados cheguem a uma faculdade não sabendo escrever ou ler corretamente. Isso acaba não permitindo ao Brasil melhorar a formação de seus profissionais, tornando-os despreparados para enfrentar mercados de trabalho, cada vez mais voltados ao conhecimento.