Poema da esperança

um rosto de mulher

Viajo na esperança

Vejo almas que jazem, longo tempo
Na cor e no toque da doce esperança
No flutuar incansáveis da espera
Não permanecem submersas, mas densas.

Nessas vibrações permanecem inertes
Vou viajando nessas lembranças
Nas imagens tristes ou felizes aparentes
Movimentam seus retalhos de esperança.

Perco-me nos dramas alheios e os sinto
No fluir incessante desse meu sonho
Busco no recanto do coração um impulso
Até no aperto do coração quero a alegria.

O tempo ignora o impulso de suas paixões
A inteligência vive entre as provocações

Delirantes da saudade que as apavora
Entristecendo o meu querer de auxílio.

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