Sobre a esperança

VOTE-COM-CONSCIENCIA-E-HONESTIDADEEstamos num momento bastante propício para falarmos sobre o assunto. Conforme definição e conceito, esperança é substantivo feminino que indica o ato de esperar alguma coisa, pode ser também um sinônimo de confiança.

Ter esperança é acreditar que algo muito desejado irá acontecer, conforme nosso desejo. A esperança pode ser fundamentada (ou realística) ou baseada em alguma utopia, algo que dificilmente será alcançado.

Em sentido figurado, a palavra esperança pode dizer respeito a alguma pessoa na qual é colocada um elevado grau de expectativa. Ex: A minha escolha para o Presidente da República do Brasil será o homem certo para o lugar certo. Isto é a minha esperança de um futuro melhor para o nosso país. Não vou me basear em pesquisaras, mas na minha consciência de que estou escolhendo um homem probo, honesto, íntegro, e capacitado para conduzir o Brasil a um futuro melhor.

No âmbito da  Bíblia, a esperança é uma das três virtudes teologais, conforme é possível comprovar em 1 Coríntios 13:13: “Assim, permanecem agora estes três: a fé, a esperança e o amor. O maior deles, porém, é o amor.”.

Durante muito tempo a esperança foi debatida por pensadores, filósofos, poetas, políticos e tantos outros que veem nesta, ora uma virtude, ora um subterfúgio, para a fuga da realidade.

Albert Camus, por exemplo, sempre pessimista, disse que “toda a infelicidade dos homens nasce da esperança”. O grande mestre romano da política, Sêneca, foi peremptório: “deixarás de temer quando deixares de ter esperança”. Mas, o mesmo Sêneca afirma que “os desejos da vida formam uma corrente cujos elos são as esperanças”. Isto é muito importante para nossas decisões.

Quando falamos de esperança, tratamos, indiscutivelmente, de valores que, para muitos, são essenciais. Na medida certa é através destes sentimentos que encontramos sentido para a realização de sonhos, de desejos, de utopias. A esperança, portanto, é um ponto de partida, uma busca por algo que acreditamos ser possível alcançar, e quando isto deixa de existir, morrem-se os sonhos e, consequentemente, surge a infelicidade.

Neste sentido, não há contradição nas assertivas de Camus e de Sêneca. Se existe medo de algo ruim, é porque existe a expectativa de algo bom. Logo, o fim da esperança, é o fim do medo, mas ao mesmo tempo pode significar o fim do desejo de lutar. E é evidente que o fim das esperanças traz infelicidades, pois estas são uma consequência da não realização das expectativas quanto à determinado fato ou situação. Em nosso caso, o homem certo no lugar certo.

Desta forma, a esperança, no caso atual, só depende da capacidade dos brasileiros de votarem com consciência,.  no candidato mais apropriado para o futuro do Brasil.

Esse será o elemento que impulsionará nosso país para a frente. A nossa vontade construtora é uma arma poderosa para enfrentar as dificuldades, e um caminho para chegar ao fim determinado: o homem certo no lugar certo.

É possível que as esperanças sejam exageradas, absurdas? Talvez, mas como disse certa vez Albert Einstein, “se, a princípio, a ideia não é absurda, então não há esperança para ela”. Logo ele, o mestre do impossível, o homem que relativizou a própria matemática…

Aristóteles, um dos pais da filosofia, disse ser a esperança “um sonho feito de despertares”. E aqui chegamos a um outro ponto de reflexão importante! Se é um sonho que nasce no momento em que despertamos de um determinado fato ou realidade, a esperança também pode ser a fonte para um devir, para uma ação consciente destinada à transformação do Brasil, conforme desejamos. Assim, se deixamos de ter esperança, passamos a não mais acreditar e a aceitar pacificamente a realidade que nos é imposta, deixando de sonhar para vivenciar uma vida estática, sem movimentação, quem sabe um pesadelo…

É exatamente neste sentido que o nosso dever deve ter caráter transformador. Somos aqueles que, apesar, de todas as vezes que alguém vai atacar uma ação transformadora apela para o fato de sermos realistas. Assim, apesar do desânimo, não podemos deixar de ter esperanças mais amplas. Para isso é necessário que não nos subjuquemos por formalidades que estabeleçam dominação sobre a vontade maior do povo brasileiro e que possam vir destruir nosso mais caros nossos sonhos. Limitá-los à uma realidade que não pode ser rompida. Devemos, para isso derrubar barreiras, redomas, paredes. Pois o fim da esperança é o início do sucesso de medidas de restrição. O fim da esperança é a mola propulsora das ditaduras.

Ora, se o fim da esperança também é o fim dos sonhos, dos desejos, das utopias ou, até mesmo, do medo de que as coisas não ocorram da melhor forma, então a esperança é essencial.

É por isto, que quando pensamos na construção de um futuro para o Brasil, onde as pessoas sejam mais felizes, nós devemos assumir a nossa radicalidade, a nossa responsabilidade e sair por aí, permanentemente, semeando a esperança onde esta se fizer necessária.

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