A gentileza versus a depressão

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Acredito que a maioria já ouviu sobre a necessidade de ser gentil. Quando a gentileza impera num ambiente é como se houvesse uma brisa fresca e leve no ar. A gentileza gera amabilidade, elegância e acima de tudo educação. Uma pessoa gentil demonstra cortesia, é educada e atenciosa. Aquele que é gentil deixa um toque inesquecível. Ele passa pela vida do outro, toca-o com delicadeza e marca-o onde ninguém mais pode ver. Por tudo isso é uma pessoa cativante.

Se você pensar um pouco em gentileza logo assomarão rostos em sua mente. Somente essas imagens já trazem no interior de cada um a emanação da bondade e da calma.

Sei que atualmente, poucas pessoas temos o prazer de conhecer, que emanam gentileza no olhar, nos gestos, no sorriso e nas palavras. No entanto, quando as encontramos, somos seduzidos por ela. A calma, alegria e bondade que dela advém parecem encher o ambiente. Você, eu, qualquer pessoa imagina que aquele ser não tem problemas, e se tem, está num nível evoluído que a faz tratar a todos com amor e humildade. Outro dia parei para pensar e me perguntei: O que torna essa pessoa tão especial e querida por todos? O que a mantém nesse estado de equilíbrio com o ambiente? Será que ela é tão gentil consigo mesma como é com as outras pessoas e com a vida?

Todos nós passamos por situações complicadas e difíceis. Somos ludibriados, destratados e, muitas vezes, até mal amados. Sofremos com a falta de dinheiro, temos preocupações com a nossa saúde e com a saúde de todos que amamos, sofremos por injustiças e corrupções diárias, muitas vezes nos sentimos feridos e com dor, enfim, são tantos os motivos que poderiam justificar a falta de gentileza…

Entretanto, o que difere o ser gentil é que ele não coloca seus problemas no centro do mundo e nem acha que todos têm que parar com suas vidas porque ele não está bem. O verdadeiro entendedor da gentileza sabe ser suave com os outros, percebe que somos interligados por algo maior que nossos próprios interesses, que estamos num mesmo mundo e não há nada fora dele. E, assim, segue seu dia sempre agradecido e não obstante a gentileza que oferece ele recebe de volta.

Descobri, depois de muito sofrer, que a gentileza pode transformar uma vida, uma relação, um relacionamento profissional: basta praticar. A gentileza no ambiente de trabalho é o grande trunfo dos profissionais que estão prontos para fazer a diferença no mercado. Gandhi dizia que “a gentileza não diminui com o uso. Ela retorna multiplicada.” Gentileza é um gesto de cuidado com o outro, com a vida. Geralmente, a pessoa que é gentil com as outras acaba se destacando. E, mais, mesmo sendo depressiva é importante lutar contra essa prostração: indo ao médico, tomando seus remédios e mudando os pensamentos negativos que giram em nossas cabeças. Na verdade a gentileza pode ajudar na nossa cura. O importante é praticar, praticar e praticar. Ninguém pode desistir de si mesmo. Esse é um caminho que ilumina o poço em que nos encontramos e toda luz nos faz ir ao seu encontro, portanto não desanime. Você, eu, todos nós  podemos transformar nossas vidas praticando a gentileza. A vida ficará mais colorida. Acredite!

2 comentários sobre “A gentileza versus a depressão

  1. “O verdadeiro entendedor da gentileza sabe ser suave com os outros, percebe que somos interligados por algo maior que nossos próprios interesses, que estamos num mesmo mundo e não há nada fora dele.” Belas colocações, Feliz Páscoa! 🙂

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