Você já ouviu falar em magnetismo?

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É sabido pela ciência que o Sol emite ondas eletromagnéticas em direção a Terra que podem ser chamados também de ventos solares.

A Terra, por sua vez, recebe esses ventos em menor quantidade, já que possui ao seu redor uma proteção exercida pelo campo magnético terrestre. Mas não é preciso ser cientista para entender melhor essas energias.

No movimento de rotação da Terra existem tipos de energias diferentes, conforme os horários e os pontos cardeais. No Oeste, durante a descida da luz solar é gerada uma energia mais tênue sobre o planeta, fazendo com que nosso corpo físico e a própria Terra entrem em sintonia.

Da mesma forma que as fases da Lua ionizam a luz solar, atuando sobre os organismos vivos do mar, sobre a agricultura, como também na gravidez, no ciclo menstrual, no desenvolvimento dos cabelos e em todo o líquido do corpo, o Sol, igualmente, interfere em nosso organismo através da vitamina D, na manutenção dos ossos e pela cor amarela no sistema nervoso.

Astrônomos chineses da antiguidade descobriram que o campo magnético da Terra se altera entre as onze da manhã e a uma da tarde, fazendo com que haja menor irrigação sanguínea no cérebro. Por isso recomendavam às pessoas que mantivessem seu corpo na horizontal por quinze minutos após a alimentação, para que o organismo permanecesse em equilíbrio com seu fluxo sanguíneo.

Entre os horários das onze da noite à uma da manhã ocorre o mesmo fenômeno, porém com intensidade menor, mas o corpo, ainda assim, sente a interferência energética do planeta. Esse é o motivo porque, exatamente nesse horário, o sono age com mais intensidade. Se o indivíduo não conseguir dormir nesse período, provavelmente passará uma noite de insônia.

Quanto mais tivermos consciência de quem somos e com quem convivemos neste mundo, mais entenderemos como se processa o comportamento psicológico de nossos familiares, amigos, da sociedade e, principalmente, o nosso próprio comportamento.

Embora pareça ficção científica, o campo magnético também pode influenciar o dia-a-dia dos seres humanos, segundo especialistas.

O planeta Terra é um gigantesco ímã onde – como em todos os ímãs – o grau máximo de atração magnética se encontra nos extremos. Ali estão os pólos, termo que soa familiar, porque a escola ensina que “polos opostos se atraem, polos iguais se repelem”. Como os ímãs que temos em casa, a Terra também tem um polo norte e um polo sul. Mas não devemos confundir os polos magnéticos de nosso planeta com os polos geográficos, já que os primeiros ficam a mais de 1.500 quilômetros do que nós chamamos de Polo Norte e Polo Sul pela posição no mapa. Além disso, no caso dos polos magnéticos, a posição não é imutável, e podem inclusive trocar de posição um com o outro.

Um dos desafios da ciência no futuro é chegar a entender profundamente o funcionamento do magnetismo da Terra, gerado pelo ferro fundido em seu núcleo.

Da mesma forma que as agulhas imantadas das bússolas, que sempre apontam para o norte devido à atração magnética, os animais parecem também ter uma espécie de radar magnético.

Essa é a conclusão que pode ser tirada da pesquisa publicada na publicação científica “Proceedings of the National Academy of Sciences”, realizada por uma equipe vinculada à Universidade de Duisburg-Essen (Alemanha). Segundo este relatório, os cientistas tentaram verificar se os “grandes mamíferos também têm esse sentido magnético”. A partir de imagens de rebanhos encontradas no Google Earth, os cientistas descobriram que todos os animais olhavam sempre para uma mesma direção, fosse norte ou sul.

De acordo com os pesquisadores, isso pode sugerir que haja um “sexto sentido” magnético presente em todas as espécies animais. Já era conhecido que esse senso influencia na migração de aves e de peixes, como o salmão, e acredita-se que é utilizado pelo morcego para se orientar. Mas, o magnetismo terrestre atua também nos seres humanos

O homem não é exceção na influência do campo magnético na vida dos seres vivos. Cientistas russos do Centro de Pesquisas do Espaço (IKI) e do Instituto da Ionosfera e Magnetismo Terrestre da Rússia (Izmiran), afirmaram no ano passado que as tempestades magnéticas poderiam afetar diretamente nossa saúde cardiovascular e aumentar o número de infartos.

Segundo esses pesquisadores, as explosões que acontecem no Sol fazem com que as tempestades magnéticas se manifestem como grandes e contínuos fluxos de partículas ionizadas que chegam ao planeta Terra.

Os principais alvos das tempestades magnéticas no ser humano é o coração, o sistema cardiovascular, mas o efeito desse fenômeno natural no organismo humano é muito amplo e nem sempre negativo, disse Yuri Zaitsev, especialista do IKI, à agência oficial russa “Interfax”.

Os astrônomos sabem que os horários interferem na energia do planeta e os médicos acupunturistas garantem que essas mudanças energéticas interferem no organismo humano, inclusive no seu psíquico. Portanto, as cores e os fenômenos energéticos estão interligados e como agimos em função deles. Dessa mudança climática derivou a epidemia de depressão no planeta.

De acordo com vários cientistas, além dos possíveis efeitos que teriam em humanos, como alterações no ritmo cardíaco e no nível de adrenalina, mudanças na circulação sanguínea, efeitos psíquicos negativos, entre outros, as tempestades magnéticas também provocam auroras boreais e austrais, que dificultam o correto funcionamento das redes de telecomunicações.

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