O Brasil continua de olho no Congresso

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O açodamento pela aprovação da lei anticorrupção parece ter diminuído

Aprovada na madrugada do dia trinta de novembro, pela uma emenda ao pacote de medidas anticorrupção pela Câmara dos Deputados Federais, por 450 votos a favor.

A emenda prevê em quais situações membros do Ministério Público e juízes vão poder responder por abuso de autoridade.

Na mesma noite, Renan Calheiros colocou em votação um requerimento de urgência para que o pacote anticorrupção, que já havia sido aprovado pela Câmara dos Deputados, fosse votado pelos senadores. No entanto, o presidente do Senado teve seu pedido rejeitado pela maioria dos parlamentares da casa.

O resultado da votação foi de 44 votos contra a urgência e 14 a favor. Devido a rejeição deste requerimento, o pacote de medidas anticorrupção foi conduzido para uma análise da Comissão de Constituição e Justiça do Senado, devendo ser, portanto, debatido antes que seja votado pelo plenário.

Hoje, dia primeiro de dezembro, o clima no Senado, com a presença do Ministro Gilmar Mendes, Juiz Sérgio Moro e Juiz Silvio Brito, que expuseram suas opiniões jurídicas sobre a necessidade de não se colocar em risco a atividade de juízes e procuradores ou ameaçar prerrogativas que garantam a independência ao seu trabalho, o açodamento de Renan Calheiros está sendo negado pela maioria dos senadores.

“Não é iniciativa para embaçar a Lava Lato ou qualquer outra outra investigação legalmente constituída. Considero a Operação Lava Jato sagrada e ela definiu alguns avanços civilizatórios e precisa ser estimulada para que com ela e com outras que possam ser conduzidas na mesma direção, ela possa colaborar com a diminuição da impunidade no Brasil, que é uma grande chaga. Apenas serão punidas as autoridades que livre e conscientemente fizerem mau uso dos seus poderes”, disse o Presidente do Senado, Renan Calheiros, ao se referir à Operação Lava Jato.

Ao que tudo indica a reunião no Senado caminha para a prorrogação e melhor estudo sobre a lei anticorrupção e abuso de poder.

A maioria dos senadores não entende como prioridade a votação dessa matéria neste ano de 2016, nem na medida de urgência.

O povo brasileiro espera que os políticos tenham juízo, posto que a voz das ruas não deseja isso. O que o brasileiro precisa é a continuidade da Lava-Jato e cortar pela raiz a corrupção que assolou e ainda assola o Brasil.

O importante é continuar de olho bem aberto sobre os políticos brasileiros.

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