Momentos de felicidade

Momentos-de-felicidade

Toc, toc! Bato na porta e chamo seu nome. Atenção meu amor! Estou trazendo alegria para lhe dar momentos de felicidade.
Anseio, desejo, enfim percebo que devo procurar por você e lhe dar os meus melhores momentos de felicidade. O que Às vezes você faz como hoje. Tranca sua portas e não abre seu coração. O que você deseja hoje?
O que você está sentindo hoje?
Estou lhe trazendo o melhor de mim, meu amor. Comprei o sol, a lua, as estrelas, o vento que sopra leve para agradar você. Não continue assim. Depressão não lhe cabe bem. Você é um ser de luz, amor, caminhe para mim e eu lhe darei momentos de felicidade. Eu os entrego a você. Não estou vendendo, estou lhe dando meus momentos de felicidade. Enquanto você fica nesse canto negro, escondido de si mesmo, cá estou a derramar meu amor para lhe fazer feliz. Eu escrevo, registro, publico e lhe digo em brados mudos e surdos tudo que tenho para lhe doar. Você pode ter todos os meus momentos de felicidade porque meu coração lhe pertence, meus pensamentos são seus e desejo intenso de lhe fazer feliz. Não fique assim. Você prefere que eu dê a outro os meus momentos de felicidade? Acorda desse pesadelo e enxerga o quanto você pode ver o colorido, o brilho do sol, o azul do mar. Tudo pode ser seu se olhar para mim. Meus olhos vão lhe dar essa visão, meus lábios vão confirmar esses momentos de amor e você vai entender. Abra essa porta, deixe-me entrar; Eu sou o sol. Sua tempestade cessou. Trago a luz e momentos de felicidade. A porta se abre. Está apenas uma fresta, mas a luz de meu olhar enche o dele de esperança. Enfim, posso lhe dar momentos de felicidade!

A paz entre todos

beleza da natureza

O dia amanhece e ilumina os corações para despertar num mundo novo. A cada dia novo acontecimento e tudo recomeça. O ar entra pelos pulmões, oxigenando o corpo e mostrando a vida que reaparece com seu brilho incessante e corrente. O ser reaprende em seus momentos um pouco mais de alegria, deixando a tristeza de lado, para acompanhar o curso do rio da vida. Aparentemente, qualquer ocorrência, mesmo que pequenina ou peculiar, tem enorme importância no destino de cada um.

No observar pequenos detalhes se encontra a oportunidade, repleta de de beleza e mansuetude. Tudo resplandece quando o coração é a morada da paz e do amor. Propostas renovadoras faz no íntimo momentos de felicidade imorredoura.

Em algum lugar, num determinado momento, a qualquer hora, um tesouro espera por você, em sintonia com o Universo. Pode ser em um pequeno sorriso, num simples aceno, um breve olhar, uma grande vitória, ou um inusitado acontecimento.

Que importa o que lhe chega. A oportunidade minúscula e breve, sendo observada e sentida, faz a dinâmica da vida e a roda girar, enquanto o mundo segue seu rumo e a vida rola para o infinito. Este é o milagre do ser, do viver. A paz traz alegria e grandes e pequenos milagres. Que importa se pequenos ou grandes: é a paz do milagre da vida. Sim! A vida é um grande milagre. O acordar faz dela um dia a mais nesse eterno milagre.

Para hoje, amanhã e sempre não deseje o impossível, apenas queira a alegria de cada dia feito de paz e amor entre os homens. Essa é a leveza da alegria e da felicidade. Tão fácil. Tão perto. Apenas queira e viva.

A FELICIDADE É UMA ALEGRIA CRÔNICA

bicicleta-florida

Silvia R. Pellegrino

Raios de sol lavavam calçadas, edifícios, o céu dourava com o sol prestigiando a cidade. Num repente pingos d´água caíam do céu sobre os curitibanos. A cidade estava cheia deles. Transitavam pela Rua Quinze naquele passo apressado sem sequer prestar atenção ao dourado do sol, mas os pingos, tais quais caleidoscópios fizeram todos correrem para debaixo de marquises, comprar guarda-chuvas de vendedores oportunistas. Eu, porém, observava os belos caleidoscópios que ensopavam meus cabelos e refrescavam meu corpo. Andar tranquilo, aproveitei meu momento fortuito. Nos minutos seguintes os curitibanos se viram perdidos, saindo debaixo de marquises e fechando os guarda-chuvas recém comprados. Era uma época em que eu transitava muito pela Rua Quinze. Meu trabalho ficava a quinze quadras do meu apartamento e aquele era meu caminho da roça. Por isso, nunca me espantei com aquelas viradas de tempo tão rápidas e fugazes. Sempre me encantei com o espetáculo, mas não conseguia agir como os curitibanos. Aquilo alimentava minha alma e a lavava de amor. Sempre amei Curitiba e suas viradas de tempo rápidas. O casaco sempre em mãos e, às vezes, uma sombrinha pequenina na bolsa. Na verdade, naquele dia nem a peguei, senti que seria apenas uma lavada de alma e a recebi com alegria. Os curitibanos pareciam ter se tornado tão avessos aquilo, que ficavam tontos e não aproveitavam a beleza de sentir os pingos nos rostos e apreciar suas cores variadas. Cheguei ao trabalho, cabelos já secos e encontrei o alvoroço de sempre, porque Curitiba adorava pregar peças em todo mundo com seu tempo maluco. A alegria me tomou por inteiro e a felicidade me invadiu. Jamais terei raiva de viver numa cidade tão cheia de surpresas. Eu a amo, simplesmente. E, pensar que nem nasci aqui, mas meu coração é curitibano, completamente apaixonado.

Dica de Escrita Criativa

O artigo não é meu, mas achei interessante repassar a meus leitores. Sempre aprendemos um pouco mais, em especial aqueles que escrevem.

“A pesquisa para a escrita de narrativa longa

Caco Belmonte

Todos podem aprender a ler e a escrever

Existem alguns processos essenciais na produção de uma narrativa longa. Um deles é a pesquisa que antecipa a escrita. Muitos autores não sabem por onde começar, ou de que forma essa pesquisa deve ser feita. Para esclarecer essas dúvidas, Caco Belmonte irá ministrar o curso “A pesquisa para a escrita de narrativa longa” neste sábado (25), às 9h, na Metamorfose Cursos.

Caco é jornalista. Trabalhou em veículos de comunicação e assessoria institucional. Cursou a Oficina de Criação Literária da PUCRS em 1992 e participou de diversas coletâneas. Em 2004 lançou seu irreverente “Contos para ler cagando”, na Festa Literária Internacional de Parati (Flip), e em 2006 lançou “No Orkut dos outros é colírio”. Com a novela Lambuja (2017), estreou em narrativas longas. Atualmente, escreve um romance histórico ambientado em 1820, intitulado “Balázio”, que prevê dois anos de produção textual e consumiu um ano de trabalho em pesquisas. Atua também como ghost-writer.

Na entrevista abaixo, Caco discorre sobre a pesquisa para a narrativa longa, qual sua importância, se tem um tempo determinado de duração, por onde começá-la, além de relacionar a sua formação de jornalista com sua experiência em pesquisas. Confira:

Luísa Tessuto: Todo romance precisa de uma pesquisa prévia? 

Caco Belmonte: Em literatura não existe verdade absoluta. Ouvi isso de um autor consagrado, numa das inúmeras vezes em que recorri à experiência alheia, buscando orientações sobre o fazer literário, seus labirintos e armadilhas. Érico Veríssimo era um “engenheiro” nos bastidores da criação. O Tempo e o Vento, a saga, foi totalmente planejada antes dele iniciar o trabalho “braçal” de construção e desenvolvimento dos volumes. Ao escrever, portanto, sabia de antemão tudo o que aconteceria durante a narrativa. Chegara, inclusive, à minudência de reproduzir em papel o mapa mental que traçara da “cidade cenográfica” de Santa Fé. Tintim por tintim.

Luísa: Existe um tempo determinado para que uma pesquisa seja eficiente para a produção de uma narrativa longa? Ou não existe pesquisa pequena/grande demais? 

Caco: O tempo de duração da pesquisa é subjetivo e pressupõe o que fora estipulado durante o planejamento, no esboço de rascunho, síntese ou anteprojeto, se houver maior preocupação com a excelência do trabalho. Escrever. Apagar. Editar. Tarefas cujo processo foi agilizado pelo desenvolvimento tecnológico. O horizonte é o mesmo para todos, cores e perspectivas variam por motivos individuais. Escritor habilidoso é um sniper da vida alheia, acostumado a ampliar os detalhes à distância. Não existe ficcionista mais capaz, em termos de criatividade, do que as circunstâncias e situações oferecidas pelo cotidiano. Tudo passa pela habilidade de reproduzir esses conteúdos de forma literária. Desconheço autor bem-sucedido que não seja um paciente observador. Ao prestar atenção nas coisas, já estás pesquisando.

Luísa: Depois de ter a ideia, por onde começo a minha pesquisa? 

Caco: Isso nós vamos esmiuçar durante o encontro, eleger as prioridades cabe ao escritor. A construção das personagens também exige pesquisa. Pode ser um ponto de partida relevante. As mães reconhecem e sentem os filhos mesmo antes do nascimento, ainda no ventre materno. O autor também precisa conhecer a seus filhos como uma mãe, porque somente ela tem a capacidade de capturar a essência da alma dos rebentos desde a barriga.

Luísa: Qualquer pessoa tem capacidade para fazer uma pesquisa de boa qualidade para a produção de uma narrativa longa? 

Caco: Sim. Contudo, ao ampliar os horizontes e responder a essa pergunta objetiva, também avanço pelo campo da subjetividade. A resposta não é tão fácil como parece. Numa obra hipotética, por exemplo, um tomo 500 páginas que serão lidas em algumas horas, distribuídas ao longo dos dias, talvez durante alguns meses, conforme o ritmo de cada leitor, com certeza houve planejamento e trabalho braçal em pesquisas de toda ordem. É disso que vamos tratar no encontro, as possibilidades do “historiador” literato.

Luísa: Como jornalista, acredita que a sua formação profissional ajude na realização das pesquisas? Se sim, em que sentido? 

Caco: Certamente que sim. O cacoete do jornalista agrega valor ao ofício. O baque da perspectiva. Ando pelas ruas em busca do detalhe que escapa por ordinário. Comumente desprezado, embora inserido à paisagem urbana. A cidade é uma aula de história a céu aberto. Laboratório de percepções. Garimpo invisível à maioria, ocupada em administrar a azáfama que se impõe rotineira. Para mim, esse olhar vagabundo é oxigênio na ficção. O estranhamento é quem nos açula (sem conflito, não existe literatura possível). Sempre escrevi, desde muito cedo. Aos vinte anos já tinha feito a Oficina de Criação Literária da PUCRS. Ainda na faculdade, no início dos anos 90, fiz a grande opção profissional da minha vida: consolidar uma carreira no jornalismo e fazer dela um suporte à literatura.

Luísa: No seu trabalho como ghost-writer você utiliza as mesmas técnicas de pesquisa dos seus livros autorais? 

Caco: Sim, a única diferença são as metas finais de resultado. Conforme o objetivo, encontro os caminhos possíveis para os alicerces na engenharia da criação. Assimilo material bruto e o processo, reviro e futrico. Do mexe-remexe, emerge um novo contexto. Essas modulações de tom exigidas à adaptação emprestam a verossimilhança perseguida pelo “demiurgo” que, eventualmente, transmite confiança ao leitor, ou espectador, que responde com empatia à mensagem. A mesma sequência, captada sem o viés literário do escritor, ou longe da imagética dos roteiristas e diretores de cinema, seria um quadro fugaz na imensidão da individualidade coletiva. O paradoxo do deserto povoado. Até onde a vista alcança, tempestades de areia. Pretensioso, soprar em direção contrária.”

Crônica da Alegria

escrever e uma alegria

Sinto-me feliz hoje. O sol veio com toda a sua claridade dourada aquecer nossos corações. O meu está aos pulos. Sinto um vigor da juventude. Não sei por que quando estamos muito felizes nos lembramos da juventude. Creio que porque nossos sonhos eram ideais. Poque sonhávamos poder obter da vida todas as benesses possíveis. E, hoje, o fato do sol nascer brilhante me exultou de felicidade.

Claro que poetas, filósofos, e não sei mais quem dizem que a alegria depende da felicidade que estamos vivendo. Ora, eu estou feliz e alegre por causa do sol.  Pingos os d`água caíram a semana passada, deixando o céu sobre a bela cidade de Curitiba, cinzento. Nada era agradável e estava me deixando feliz. Tudo a minha volta estava bem, mas o cinza e os pingos de chuva incessante e o inverno não me agradavam. Meu humor já não ia bem. E… não era TPM, porque já vai longe a época dessa irritante situação. Estou livre. Exato! A alegria me invade o peito e meus sonhos mais belos parecem realizados. Tudo vai dar certo, até meu livro que está sendo revisado por meu agente literário ficará mais literário. A vida sorri, quando o sol brilha carinhosamente aquecendo meu corpo e me dando inspiração para continuar a escrever o próximo livro. Sei que sou ansiosa. Não lancei este e já estou escrevendo outro. Mas, sabe… eu levo pelo menos um ano escrevendo e, assim, preciso voltar a trabalhar, enquanto aquele que não está em minhas mãos para ficar mudando e melhorando frases para meus leitores fugiu para mãos alheias (do meu agente, claro).

Eureca! Descobri. O fato de ter sol me dá inspiração e cá estou eu teclando freneticamente meu novo livro. As palavras saem pulando do meu cérebro para o papel. Sinto uma alegria inefável. Nada me causa tanto ardor e paixão do que escrever. Estou feliz e alegre ao mesmo tempo. Parece que esta duas palavras se casam com perfeição.

Obs.: Se você curtiu este post, por favor clique no curtir para aparecer na página. Tenho entrado em várias páginas de amigos e vejo que muitos tem inúmeras pessoas curtindo. Eu sempre, quando aprecio deixo o meu curtir. Espero por você.

3º Encontro Nacional – Associação Brasileira de Centros e Museus de Ciência

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A Associação Brasileira de Centros e Museus de Ciências (ABCMC) e o Museu do Amanhã convidam para a solenidade de abertura do III Encontro da ABCMC e da Sessão Comemorativa dos 200 anos do Museu Nacional, primeiro museu de ciências do Brasil.

PROGRAMAÇÃO

16:00
Painel Museu Nacional e os 200 anos
de museus de ciências no Brasil

Alexander Kellner – Diretor do Museu Nacional

Vera Mangas– Chefe da Representação Regional do IBRAM no Rio de Janeiro

Ildeu de Castro Moreira – Presidente da SBPC

Luciane Gorgulho – Chefe do Departamento de Economia da Cultura do BNDES

Coordenação: José Ribamar Ferreira – Presidente da ABCMC

18:00
Solenidade de Abertura do III Encontro da ABCMC*
e Coquetel

Confirme a sua presença no painel pelo e-mail
rsvp@museudoamanha.org.br

DIA 11 SET . 2018
terça-feira, das 16h – 21h

Museu do Amanhã
Praça Mauá, 1 – Centro

*Para mais informações sobre o III Encontro da ABCMC acesse: 3encontroabcmc.com.br

Falar de amor

É-PRECISO-FALAR-DE-AMOR

Sabe hoje decidi falar de amor. Quero falar de meu amor por você. Estou pronta para esquecer quem sou e pensar só em você. Porque você é o meu amor. Ultimamente respiro só você, por isso preciso falar de amor. Quero colocar o meu amor como um selo sobre o seu coração. Sei ser impossível, mas o que é mais impossível do amar do jeito assim. Falar das lágrimas derramadas, dos sonhos irrealizados. Você… Foi o encontro entre o meu maior desejo e a minha maior realização.

Você veio do nada, do céu, da terra, do mar, até mim como um belo pássaro através de inúmeros canais. Fez seu ninho em meu coração e ali plantou como dono. Quero que me veja em seus sonhos e me beije como sonhei. Quero ser o ar que você respira, a canção que você canta, os momentos mais belos em sua memória. Quero ser sua fantasia e sua realidade. Quero poder lhe dar um mundo de felicidade, alegria e paixão. Afinal somos um misto de poema e canção. Você é o sonho mais lindo e perfeito que sonhei, o sorriso que busquei, as doces palavras que li.

Você meu ponto de chegada e partida. Você se assentou em minha vida e se tornou o dono do meu coração. Nada mais posso fazer do lhe amar pra sempre.